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Porto Alegre, quarta-feira, 16 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

Notícia da edição impressa de 16/05/2018. Alterada em 15/05 às 20h55min

Crise na avicultura e suinocultura brasileira é tema de debate

O Comitê de Gestão de Crise de Aves e Suínos, composto por representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), se reuniu ontem para debater os problemas enfrentados pelos setores no mercado doméstico e internacional.
O objetivo do colegiado é assegurar a sustentabilidade na avicultura e suinocultura e o emprego dos trabalhadores nas indústrias, diante da queda de preços dos produtos e das exportações, além da alta dos custos de produção.
Um dos assuntos discutidos foi o pedido da CNA atendido pelo Banco do Brasil quanto à simplificação no processo de prorrogação de dívidas das operações de custeio e investimento. A medida beneficia produtores rurais, cooperativas e agroindústrias que desenvolvem as atividades de avicultura e suinocultura. "O Banco entendeu a crise que o setor está enfrentando e permitiu a prorrogação de dívidas de custeio por um prazo de dois anos e as de investimento para um ano adicional ao final do contrato para cada parcela adiada", disse o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi. Lucchi explicou que foi uma importante ação da CNA e que agora o setor deve buscar trabalhar a mesma medida em outros bancos públicos e privados, e estender o financiamento de linha de crédito de custeio também para a indústria. A alta nos preços do milho, principal insumo da ração animal, foi outro tema de discussão. A CNA informou aos participantes da reunião que já solicitou ao governo leilões no formato de Valor de Escoamento de Produto (VEP) e a reestruturação da venda de milho balcão para 40 toneladas mensais por cadastro. "A venda de milho balcão já saiu, mas a quantidade não atende os produtores, já que o limite mensal por cadastro é de 14 toneladas", afirmou o assessor técnico da CNA, Victor Ayres. Com relação à situação dos produtores integrados frente à crise, Ayres explicou que, pela lógica do modelo de integração, o produtor que está inserido em um sistema integrado deve ter a garantia de rentabilidade mínima e proteção ante as oscilações de mercado.
 
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