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Observador Affonso Ritter | aritter20@gmail.com

Observador

Notícia da edição impressa de 16/07/2012

As perdas da indústria

O setor da indústria brasileira que mais perdeu em consequência do real supervalorizado, entre outros fatores, foi o dos bens de capital, segundo o presidente do Bndes e conselheiro da presidente Dilma Rousseff, economista Luciano Coutinho. Foram equipamentos de telecomunicações, de eletrônica em geral, um pouco de indústria de informática e na área farmacêutica e química. Mais: houve ainda um esvaziamento de valor agregado dentro da cadeia automotiva, que era muito integrada e começou a ficar uma indústria só de montagem final. E a solução? “Para reverter esse processo, teremos de criar estímulos de maneira progressiva, porque é muito mais fácil destruir do que construir”, afirma Coutinho.

Aos candidatos

O economista Gustavo Grisa apresenta, amanhã à noite, no teatro municipal de São Leopoldo, um conjunto de propostas elaboradas pela sociedade local aos três candidatos a prefeito, ex-vereador Aníbal Moacir da Silva (PSDB), vereador Fernando Henning (PPS) e deputado Ronaldo Zulke (PT). A iniciativa é do Instituto São Leopoldo 2024, dirigido pelo professor Aloysio Bohnen, ex-reitor da Unisinos.

Avião apertado

A Webjet tem um excelente voo direto, nas sextas à noite, de Brasília a Porto Alegre (5707), que dura 2,5 horas. Só que a adaptação da aeronave utilizada nesta sexta apertou demais o espaço entre os assentos, difícil para maiores de 1,80m. Aliás, o então ministro da Defesa, Nelson Jobim, foi última autoridade a reclamar de espaços apertados entre os assentos.

Lanche caro

A mesma Webjet agora está cobrando tudo. Sequer a barrinha de cereais ou água mineral é de graça. Mas os preços poderiam ser mais amigáveis. O cardápio, oferecido por uma empresa terceirizada, cobra por um minissanduíche de pão de forma R$ 7,00; água mineral sem gás R$ 4,00 e lata de Coca-Cola R$ 6,00.

Gincana do Agasalho

O grande cobertor da Gincana do Agasalho 2012 - promovida pela Unicred Central RS - chegou a Montenegro na sexta e segue hoje para Caxias. Além de arrecadarem agasalhos e cobertores, suas 19 cooperativas irão confeccionar o maior cobertor que o Estado já viu. Até o momento, já foram arrecadados 781 cobertores para doação e 286 para a confecção do cobertor gigante. 

A matraca metralhadora paulista

Quem for a Brasília não deixe de visitar a exposição Constitucionalista: 80 anos da Revolução de 1932, na Câmara dos Deputados, aberta até 26 deste mês. Nela, um destaque curioso: a matraca ou “metralhadora paulista”, também conhecida como “máquina de guerra”. Trata-se de uma caixa de alta ressonância, que imitava o matraqueado das metralhadoras. Segundo explicação anexa, a matraca era usada em geral à noite, para que os inimigos acreditassem numa potência de fogo e munições que não existia do lado dos revolucionários. A arma de efeito moral tencionava derrubar a moral dos inimigos e aumentar o ânimo dos rebeldes. 

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