José Roberto Schmitt, no Jornal do Comércio, edição de 15 a 17/6/2012, se referindo aos aposentados, cita os projetos do senador Paulo Paim, mencionando que o presidente da Câmara e o líder do governo também são do PT. Desde 2003, o governo federal é comandado por petistas. Sendo Paulo Paim do mesmo partido, por que Lula, antes, não mandou, e Dilma, agora, não manda, a base governista aprová-los na Câmara? Não concordam com os projetos? Óbvio que não, pois, caso contrário, eles, no poder, já teriam implantado aquilo que o Paim apresenta nos seus projetos. Em 2003, primeiro ano do governo Lula, esse apresentou uma reforma da Previdência, sendo que Paulo Paim disse que apresentaria emendas. Foi desautorizado por José Dirceu, que disse que ele não falava pela bancada e nem em nome do governo. Pela bancada quem poderia falar era o senador Tião Viana. Em nome do governo quem deveria falar era Aloizio Mercadante, ao passo que em nome do Senado era José Sarney, pasmem. Em abril de 2008, Luiz Marinho, do PT, então ministro da Previdência, também o desautorizou. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, em 14/4/2008, desautorizou Paulo Paim. Em 20/7/2010, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, criticou a indexação dos benefícios previdenciários do INSS ao aumento do salário-mínimo, conforme proposta em emenda do senador Paulo Paim (PT-RS). Como podemos notar, faz tempo que Paulo Paim é desautorizado por seu partido e por representantes desse nos governos do PT. Enquanto isto, a defasagem dos aposentados que recebem mais que o mínimo continua: no governo FHC foi de 18,77%; no governo Lula foi de 42,80%; no governo Dilma já passados 8%. (Sergio Oliveira, aposentado, Charqueadas/RS)
Fumaça
Os jornalistas precisam ter uma ideia do sufoco que nós, moradores da rua Domingos Crescencio e do entorno do Instituto de Cardiologia, passamos com a fumaça que sai da chaminé do hospital. É que ele ainda usa um método além de ultrapassado. Aquece as caldeiras com lenha. O resultado é uma poluição insuportável, causando vários tipos de doenças respiratórias. (Guilherme Santa Helena)
Recuos
Bem lembrado pelo Jornal do Comércio o recuo que existe em várias vias importantes de Porto Alegre. Na Lima e Silva, onde moro há muitos anos, tem vários trechos que poderiam ser alargados e uns poucos com prédios bem antigos. Se a prefeitura tivesse a famosa “vontade política” isso estaria resolvido, com uma Lima e Silva mais larga. Não resolveria todos os problemas, mas ajudaria bastante, pois daria mais uma pista de cada lado, como se vê aqui e ali, onde a rua foi alargada. (Oscar Henrique Capuano)
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