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Palavra do Leitor Roberto Brenol Andrade | opiniao@jornaldocomercio.com.br

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 11/07/2012

Aposentados

José Roberto Schmitt, no Jornal do Comércio, edição de 15 a 17/6/2012, se referindo aos aposentados, cita os projetos do senador Paulo Paim, mencionando que o presidente da Câmara e o líder do governo também são do PT. Desde 2003, o governo federal é comandado por petistas. Sendo Paulo Paim do mesmo partido, por que Lula, antes, não mandou, e Dilma, agora, não manda, a base governista aprová-los na Câmara? Não concordam com os projetos? Óbvio que não, pois, caso contrário, eles, no poder, já teriam implantado aquilo que o Paim apresenta nos seus projetos. Em 2003, primeiro ano do governo Lula, esse apresentou uma reforma da Previdência, sendo que Paulo Paim disse que apresentaria emendas. Foi desautorizado por José Dirceu, que disse que ele não falava pela bancada e nem em nome do governo. Pela bancada quem poderia falar era o senador Tião Viana. Em nome do governo quem deveria falar era Aloizio Mercadante, ao passo que em nome do Senado era José Sarney, pasmem. Em abril de 2008, Luiz Marinho, do PT, então ministro da Previdência, também o desautorizou. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, em 14/4/2008, desautorizou Paulo Paim. Em 20/7/2010, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, criticou a indexação dos benefícios previdenciários do INSS ao aumento do salário-mínimo, conforme proposta em emenda do senador Paulo Paim (PT-RS). Como podemos notar, faz tempo que Paulo Paim é desautorizado por seu partido e por representantes desse nos governos do PT. Enquanto isto, a defasagem dos aposentados que recebem mais que o mínimo continua: no governo FHC foi de 18,77%; no governo Lula foi de 42,80%; no governo Dilma já passados 8%. (Sergio Oliveira, aposentado, Charqueadas/RS)

Fumaça

Os jornalistas precisam ter uma ideia do sufoco que nós, moradores da rua Domingos Crescencio e do entorno do Instituto de Cardiologia, passamos com a fumaça que sai da chaminé do hospital. É que ele ainda usa um método além de ultrapassado. Aquece as caldeiras com lenha. O resultado é uma poluição insuportável, causando vários tipos de doenças respiratórias. (Guilherme Santa Helena)

Recuos

Bem lembrado pelo Jornal do Comércio o recuo que existe em várias vias importantes de Porto Alegre. Na Lima e Silva, onde moro há muitos anos, tem vários trechos que poderiam ser alargados e uns poucos com prédios bem antigos. Se a prefeitura tivesse a famosa “vontade política” isso estaria resolvido, com uma Lima e Silva mais larga. Não resolveria todos os problemas, mas ajudaria bastante, pois daria mais uma pista de cada lado, como se vê aqui e ali, onde a rua foi alargada. (Oscar Henrique Capuano)

Na coluna Palavra do leitor, os textos devem ter, no máximo, 500 caracteres, podendo ser sintetizados. Os artigos, no máximo, 2 mil caracteres, com espaço. Os artigos e cartas publicados com assinatura nesta página são de responsabilidade dos autores e não traduzem a opinião do jornal. A sua divulgação, dentro da possibilidade do espaço disponível, obedece ao propósito de estimular o debate de interesse da sociedade e o de refletir as diversas tendências. 

COMENTÁRIOS
julio cesar de souxa cabral - 11/07/2012 - 04h50
Nossos governanantes dizem nao haver inflacao.portanto os mesmos sao meros mentirosos.


julio cesar de souza cabral -
11/07/2012 - 05h18
Os politicos so enxergam os eleitores em epoca de eleicoes. Passada as eleicoes, os eleitores sa descartados.


Luiz Henrique -
11/07/2012 - 10h55
Recuos - O portinho está tomado de carros e as laterais das ruas viraram estacionamentos. Como é possível ter dinheiro para comprar carro, gasolina, seguro e não ter para pagar estacionamento. As ruas ficam estreitas de tantos carros estacionados. Se a prefeitura quisesse poderia resolver o problema de uma forma bastante econômica para o contribuinte. Proibir radicalmente estacionar nas laterais e multar quem o fizer. Assim evita-se dar custo para quem não tem carro e é obrigado a pagar alargamentos, etc.


Luiz Henrique -
11/07/2012 - 11h04
Aposentados - O governo é covarde e está longe de ser honesto. Prejudica aposentados desviando valores a eles devido para fazer bondades políticas para garantir votos na assistência social, cobrir despesas de custeio, socorrer órgãos e estatais. Assim, pensar que um mero senador possa fazer algo glorioso é o mesmo que apostar numa andorinha sozinha fazendo verão.Não é uma questão de partido, é sim, uma questão de responsabilidade, idoneidade, fazer o certo e disso o governo de nada entende.

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