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Conexão Política Adão Oliveira
adaooliveira@hotmail.com

Conexão Política

Coluna publicada em 26/03/2012

De estilingue à vidraça

O senador Demóstenes Torres (DEM-GO), até pouco tempo conhecido como padrão de moralidade no Senado da República, vive hoje uma séria crise política, sem precedentes. De profissão promotor público, Demóstenes denunciava falcatruas, negociatas, enfim, a corrupção, em todos os seus níveis. Mas, outro dia, ele passou de acusador a acusado. Seu nome foi envolvido na Operação Monte Carlo, que desmontou no mês passado, em Goiás, um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro na exploração de jogos caça-níquel.

Demóstenes Torres foi flagrado pela Polícia Federal (PF), em conversas suspeitas, com Carlinhos Cachoeira, comandante do esquema. O senador conversou cerca de 300 vezes, segundo as gravações feitas pela PF. Tão logo surgiu esta denúncia, senadores de todos os partidos prestaram solidariedade ao honesto senador. Só que aí as denúncias se seguiram e a reputação de Demóstenes Torres “foi pro brejo”.

Os mesmos colegas que o defenderam, agora, querem apuração profunda dos fatos. Acuado, amuado, o senador goiano recorreu às redes sociais para se defender. Atingido por suspeições variadas, Demóstenes concentrou-se na notícia que, como promotor licenciado, sabe ser a mais grave. A revista Carta Capital publicou que o senador seria beneficiário de 30% do faturamento dos negócios do mercador de jogos ilegais Carlinhos Cachoeira. Via Twitter, ele respondeu: “Não faço parte nem compactuo com qualquer esquema ilícito, não integro organização ilegal nem componho algo do gênero”.

Apesar de tentar se explicar, Demóstenes não foi claro. Muitas acusações de que foi alvo não foram respondidas. Ele silenciou sobre os R$ 3 mil que teria pedido a Cachoeira para pagar o uso de um táxi aéreo. Nada disse sobre os favores supostamente recebidos do bicheiro - um tablet novo, um avião no pátio. Enfim, ele não deu detalhes das denúncias, mas defendeu-se no atacado.

“As injúrias, as calúnias e as difamações minam a resistência até de quem nada teme, mas permaneço firme na fé de que a verdade triunfará.” É o que veremos. A base de apoio do governo no Senado colocou sua tropa de choque para atuar na ofensiva.

COMPLICOU Não será fácil sair desta enrascada. Pelo menos não com palavras.

Hino da resistência

A cantora Maria Rita, filha de Elis Regina, se comoveu e emocionou o público que foi, no sábado, ao anfiteatro Pôr do Sol para o show Viva Elis, que iniciou as atividades culturais programadas pela prefeitura para comemorar o aniversário de Porto Alegre. Maria Rita cantou músicas do repertório que Elis consagrou. Após interpretar “O bêbado e a equilibrista”, de João Bosco e Aldir Blanc, Maria Rita disse que a canção foi um hino da resistência à ditadura militar e que sua mãe se engajou na luta pelos direitos civis. Lembrou que Elis defendia que o artista devia assumir esse papel de dialogar com o público. Foi aplaudida por dezenas de milhares de pessoas, à beira do Guaíba.

Noventa anos

O PCdoB realiza, na quarta-feira, uma programação especial em celebração aos 90 anos da sigla. Na Assembleia Legislativa, o deputado comunista Raul Carrion registrará a data em um Grande Expediente Especial durante a sessão plenária. A seguir, será concedida a medalha do Mérito Farroupilha ao presidente nacional do partido, Renato Rabelo.

COMENTÁRIOS
Sergio - 26/03/2012 - 12h05
Demóstenes Torres, mais uma grande decepção politica. Aqui no sul ja "cairam": Juliana Brizola/Rambo, a "aí Beleza", o Eliseu merenda Padilha, a Yeda e muitos outros. Agora o Demóstenes Torres foi surpresa.

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