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INOVAÇÃO Notícia da edição impressa de 05/03/2012

NELL atesta evolução da inteligência artificial no País

Patricia Knebel

UFSCAR/DIVULGAÇÃO/JC
Pesquisadores brasileiros e americanos estão envolvidos no desenvolvimento do projeto
Pesquisadores brasileiros e americanos estão envolvidos no desenvolvimento do projeto

Imagine um computador que, ao entender o que você deseja encontrar na internet, lê as notícias de centenas de sites e informa exatamente onde está a informação que você procura? Até 2015 essa máquina inteligente, que funcionará como uma espécie de assessor de leitura web, deverá se tornar uma realidade no Brasil. E já tem até nome: NELL.

Desenvolvido por pesquisadores da Carnegie Mellon University, dos Estados Unidos, e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o projeto Never-Ending Language Learner (NELL) iniciou em 2010 com a meta de criar um computador que é capaz de aprender de forma autônoma sobre diversos assuntos.

O aplicativo é considerado o primeiro sistema computacional com base no paradigma de aprendizado sem fim da história da computação. “O programa é capaz de aprender de maneira contínua e, assim como os seres humanos, utiliza conhecimentos já adquiridos para melhorar continuamente sua capacidade”, explica Estevam Hruschka Júnior, professor do Departamento de Computação da UFSCar e um dos desenvolvedores do NELL.

Essa é a comprovação prática de que os computadores já são capazes de ler e aprender a partir de textos, tweets e mensagens disponíveis na web. Em alguns anos, a expectativa é que possa estar disponível para o público, inserido em ferramentas computacionais já utilizadas pelas pessoas, como serviços de busca e redes sociais.

Isso tudo é possível a partir de novas capacidades desenvolvidas nessa máquina. Uma delas é a auto supervisão, que permitirá que o NELL consiga parar e refletir sobre o que está fazendo, analisando os seus erros mais comuns. Já a capacidade da autorreflexão gera condição de o sistema alterar a forma como realiza algo, evoluindo com o tempo. “O NELL traz um novo paradigma de aprendizado para as máquinas”, atesta Hruschka Júnior.

O professor revela que hoje já existem máquinas com sistemas de inteligência artificial capazes de prender a fazer algo e, com isso, desempenhar tarefas. É o caso das soluções usadas pelas empresas de cartão de crédito e instituições financeiras, que identificam o perfil dos consumidores e avisam caso alguma compra muito diferente do padrão é realizada.

O grande problema nesses casos, entretanto, é que apesar de ter um desempenho inteligente, não consegue fazer alterações de forma autônoma. O NELL se propõe, justamente, a ser uma evolução do que existe atualmente. “Estamos desenvolvendo uma máquina com a capacidade de aprender a resolver os problemas que surgirem”, revela.

No caso do exemplo do cartão de crédito, o NELL conseguiria entender alguma possível mudança de perfil usuário ou até mesmo uma atualização da tecnologia. E, com isso, não simplesmente bloquearia uma operação que achasse suspeita.

Os pesquisadores estão desenvolvendo agora ferramentas que diminuam a dependência do NELL junto aos seus desenvolvedores. Isso ampliará a capacidade do sistema em filtrar os dados e possibilitar a apresentação das informações mais confiáveis.

Alguns resultados já estão acontecendo nesse sentido. Hoje, se o NELL tiver alguma dúvida e nenhum dos tutores estiver por perto, o computador busca as respostas, inclusive nas redes sociais. Para tentar garantir altos níveis de assertividade, procura pessoas com perfis similares aos daquelas com as quais ele está acostumado a interagir. “O NELL consegue entrar no Twitter e perguntar se tem alguém que possa ajudá-lo a resolver alguma questão”, relata o professor.

O sistema já possui mais de um milhão de fatos efetivamente aprendidos e cerca de 15 milhões de coisas que ele ainda pode ter dúvida. Hoje já é possível acessar o site (http://rtw.ml.cmu.edu/rtw/) e fazer perguntas ao NELL. O produto está sendo desenvolvido em inglês, mas em breve deverá incorporar o português como segunda língua.

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