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Síria 28/02/2012 - 17h56min

Mais de 7,5 mil pessoas foram mortas na Síria, aponta ONU

A Organização das Nações Unidas (ONU) informou nesta terça-feira (28) que o número de mortos pela violência na Síria ultrapassou 7.500 desde que começaram os protestos contra o governo do presidente Bashar Assad em março do ano passado. O anúncio foi feito no mesmo dia em que a ONU pediu um cessar-fogo humanitário entre os desertores que combatem as tropas regulares do mandatário, considerado responsável por desfechar a onda de violência. Também nesta terça-feira, o fotógrafo britânico Paul Conroy conseguiu chegar vivo ao Líbano, após ter fugido da cidade síria de Homs, onde ocorrem pesados combates entre desertores e as tropas de Assad.

Nesta terça-feira, pelo menos mais 16 pessoas foram mortas em Homs, informaram grupos sírios da oposição e dos direitos humanos. O Observatório Sírio pelos Direitos Humanos, grupo sediado em Londres, disse que bombardeios do governo contra a cidade de Halfaya também mataram quatro civis e feriram dezenas, alguns seriamente. Os Comitês de Coordenação Local, outro grupo opositor, disse que 92 pessoas foram mortas em Homs, Halfaya e Deraa desde ontem.

O subsecretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) para Assuntos Políticos, B. Lynn Pascoe, afirmou nesta terça-feira que "bem mais" de 7.500 pessoas morreram em decorrência da violência na Síria.

Pascoe disse ao Conselho de Segurança da ONU que tanto o governo sírio quanto a comunidade internacional não foram capazes de interromper a carnificina que já dura 11 meses - iniciada com a repressão do governo contra protestos civis - encorajando o governo sírio a acreditar que pode agir "impunemente".

O subsecretário disse não pode dar números exatos, mas afirmou que há relatos "críveis" de que mais de 100 civis são mortos por dia no país.

Cinco soldados sírios foram mortos nesta terça-feira em confrontos com desertores na província de Deraa, informou o Observatório Sírio pelos Direitos Humanos. Três outros soldados ficaram feridos, no confronto na madrugada na vila de Dael com um grupo de desertores, disse a organização não governamental.

Os disparos continuaram por várias horas, acrescentou o grupo. As tropas atacam Deraa, onde os protestos contra o regime do presidente Bashar Assad começaram em março passado. Na cidade de Homs, no centro do país, há um cerco de forças do regime há mais de três semanas.

Na segunda-feira, o observatório informou que mais de 100 pessoas foram mortas pela Síria, entre elas 11 membros das forças de segurança e 68 civis, no que o grupo sediado no Reino Unido qualificou como um "massacre" na província de Homs.

A Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, pediu um imediato cessar-fogo para entrega da ajuda humanitária à população civil de Homs, cidade com 800 mil habitantes. Ela falou na abertura de um debate especial sobre Síria no Conselho de Direitos Humanos em Genebra.

Também nesta terça-feira, um ativista libanês confirmou que o fotógrafo britânico Paul Conroy foi levado à noite da cidade de Homs até o território do Líbano, cruzando a fronteira. Conroy foi ferido durante um bombardeio a Homs na semana passada. O pai do fotógrafo confirmou à imprensa britânica que ele conseguiu escapar para o Líbano. Conroy, de 47 anos, é pai de três filhos. "Eu falei com Paul por telefone na manhã de hoje. Ele está no Líbano e parecia bem" disse mais tarde a esposa do jornalista, Kate Conroy. Já a situação da jornalista francesa Edith Bouvier, que estava em Homs com uma perna quebrada, é menos clara. O presidente da França, Nicolas Sarkozy, disse mais cedo que ela havia sido levada por ativistas pelas montanhas até o Líbano, mas desmentiu mais tarde a informação. Tanto Conroy quanto Bouvier foram feridos na semana passada em Homs. Dois outros jornalistas ocidentais, a norte-americana Marie Colvin e o fotógrafo francês Remi Ochlik foram mortos no mesmo ataque. Os repórteres espanhol Javier Espinosa e o francês William Daniels ainda devem estar na província de Homs. O paradeiro dos dois é desconhecido. Os corpos de Colvin e Ochlik permanecem em Homs.

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