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Logística Notícia da edição impressa de 27/02/2012

Superintendente prevê futuro promissor para hidrovia gaúcha

Jefferson Klein

CRISTIANE FRANCO/DIVULGAÇÃO/JC
Obras de dragagens e sinalização náuticas são metas de Obelar à frente da SPH
Obras de dragagens e sinalização náuticas são metas de Obelar à frente da SPH

O interesse de novas empresas na hidrovia, aliado a investimentos em dragagem, sinalização e balizamento, faz com que o superintendente da Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH), Pedro Homero Flores Obelar, preveja um grande desenvolvimento do modal para os próximos anos. O dirigente, que entrou na autarquia como técnico em hidrologia, em maio de 1980, quando ela ainda era Departamento Estadual de Portos, Rios e Canais (Deprec), assumiu neste mês o cargo máximo da instituição.

Jornal do Comércio (JC) – Qual a sua expectativa quanto ao aproveitamento da hidrovia gaúcha?

Pedro Homero Flores Obelar – Eu sou muito otimista quanto ao aumento da movimentação. Acho que finalmente a hidrovia está recebendo a atenção que merece. Tem muitos olhos e interesses econômicos voltados para isso. O polo naval de Rio Grande contribuirá para alavancar esse modal. Várias empresas desejam se instalar próximas à hidrovia, porque desejam produzir peças e equipamentos e levar os itens pela via fluvial até Rio Grande. Esse é o momento da hidrovia, é um modal seguro, menos poluente e uma forma de desafogar as rodovias.

JC – Quais serão as suas metas à frente da SPH?

Obelar – Vamos dar continuidade às dragagens de desassoreamento dos canais de navegação, o que ocorre no momento na Lagoa dos Patos. Finalizada essa tarefa, vamos realizar a ação nos canais do Guaíba, Delta do Jacuí e Gravataí. Estamos com um trabalho técnico de topo-hidrografia e batimetria do rio Jacuí, onde pretendemos realizar a dragagem de desassoreamento e a sinalização náutica da hidrovia para torná-la plenamente operacional desde Cachoeira do Sul até Rio Grande e outros portos. Faremos a dragagem do rio Taquari para que possamos dar melhores condições de navegação até o porto de Estrela. Em conjunto com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), vamos trabalhar a hidrovia Brasil-Uruguai. Também investiremos na sinalização náutica para dar condições de navegação 24 horas por dia em todos os nossos canais.

JC – O porto de Porto Alegre poderá receber um terminal de contêineres?

Obelar – O porto possui ainda uma área destinada a esse fim, próxima às instalações da Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa). Quem vai responder pela realização do empreendimento são as empresas. Estamos preparando a documentação e os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental para realizar uma licitação do terminal de contêineres. Quem vai dar a viabilidade ao complexo é a demanda regional, é o mercado. O que faremos é dar condições para que os interessados possam operar.

JC – E a implantação do terminal turístico da Capital?

Obelar – Também existe esse projeto. É um terminal turístico voltado para a demanda da Copa do Mundo de 2014. Havendo a disponibilidade financeira, o investimento federal, vamos dar continuidade. A SPH tem buscado parcerias para realizar o empreendimento.

JC – Será mantido o processo de regularização das áreas portuárias?

Obelar – Sim. Até porque os contratos são muito antigos e temos essa obrigação, pois somos fiscalizados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Estamos buscando a regularização das áreas para fazer novos contratos e procurar instalar projetos que levem em conta a utilização do porto e da hidrovia.

JC – O senhor acredita que 2012 marcará, finalmente, a remoção dos navios paraguaios que há vários anos foram abandonados no porto da Capital gaúcha?

Obelar – Eu creio que neste ano resolveremos esse problema. A licitação (de venda dos navios) será feita pela Central de Compras do Estado (Cecom). A expectativa é de que, até maio, já seja possível receber as ofertas de empresas interessadas nas embarcações. A perspectiva é boa, está tudo preparado, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) esteve presente neste processo e a Cecom vai fazer esse certame licitatório.

COMENTÁRIOS
Paulo Ferraz - 27/02/2012 - 11h32
Além de recuperar a dilapidação das ferrovias há necessidade de se investir em hidorovias como também resgatar os serviços de cabotagem.

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