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Conexão Política Adão Oliveira
adaooliveira@hotmail.com

Conexão Política

Coluna publicada em 27/01/2012

A inabilidade de um líder

Há uma forte crise na cúpula nacional do PMDB. Tudo por causa do olho grande do líder do partido na Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves. Alves é quem encaminha peemedebistas para preencher os cargos da cota do partido no governo federal. Ele agora está sendo acusado pela sua própria bancada de lutar pela nomeação de seus apaniguados e não demonstrar tanto afinco na indicação dos afilhados de seus colegas. A mais recente confusão em que se meteu Henrique Alves comprometeu até o vice-presidente da República, Michel Temer, o super cacique do PMDB. Em meio à demissão de Elias Fernandes - já consumada - do Dnocs, o inábil garganta profunda afrontou a presidente Dilma Rousseff (PT). Alves, no afã de defender um interesse pessoal, colocou o partido inteiro em rota de colisão com o governo. Reparem a ousadia do new coronel nordestino: “Quando Fernando Pimentel (PT) ficou na vidraça, a Dilma deu a ele direito de defesa. Eu quero esse mesmo tratamento para o doutor Elias. Não estou desafiando o Planalto. Eu me disponho a ir ao TCU pedir urgência para avaliação do caso do Dnocs. Não seria justo ter demitido Fernando Pimentel, Fernando Bezerra (PSB) nem Paulo Bernardo (PT) por causa de suspeitas. Dilma fez certo nesses casos, pois é uma questão democrática dar direito ao contraditório. Tirar o doutor Elias neste momento, mesmo dentro do processo de reestruturação, vai parecer uma condenação por desvios de R$ 300 milhões. Isso é um absurdo”.

Henrique Alves pagará caro por isso. Corre o risco, inclusive, de ser boicotado na sua aspiração maior: ser presidente da Câmara dos Deputados. Dilma não perdoa! Michel Temer, o dono do PMDB, também não gostou nem um pouquinho do que o deputado capixaba fez. Além disso, Alves caiu em desgraça com seus liderados. Eles estão irritadíssimos com o chefe e argumentam que ele teve vários motivos justificáveis para trombar com o governo (ministérios inexpressivos, contingenciamento de emendas e cargos) em nome do PMDB, mas foi escolher justamente uma questão menor, envolvendo um cargo sem destaque, para desafiar Dilma.

LOUCURA Tá de porre ou pirou na batatinha!

Homenagem

No discurso que fez nesta quinta-feira à tarde no Palácio Piratini para anunciar o pagamento da dívida da União para com a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), a presidente Dilma Rousseff citou o nome do iniciador do processo de cobrança dessa conta quase impagável: Gerson Carrion. Carrion foi diretor financeiro da empresa e hoje ocupa o mesmo cargo. Sua atuação no processo recebeu elogios da presidente da República.

Arrefecida

O jornalista Amaury Ribeiro Jr., autor do livro Privataria Tucana, lançou a publicação no Fórum Social Temático e teve reunião com o governador Tarso Genro (PT). Comentou ao petista que o livro provocou uma alteração no cenário político. “Antes os tucanos atacavam e pediam a cabeça de ministros (do governo da presidente Dilma Rousseff) todos os dias. A partir da publicação do livro, o panorama mudou. Eles estão acuados.”

Provocação

Diretor da federação dos bancários, Juberlei Bacelo brincou que José Serra (PSDB) tinha razão de se preocupar com o livro de Ribeiro Jr. “O que tem neste livro pesa bem mais que uma bolinha de papel.”

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