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Repórter Brasília Edgar Lisboa
edgarlisboa@jornaldocomercio.com.br

Repórter Brasília

Coluna publicada em 30/11/2011

Aids no Brasil

Os números da epidemia de Aids no Brasil são motivo para comemoração. Segundo dados do Ministério da Saúde, a porcentagem de pessoas portadoras do vírus HIV estacionou em 0,6% da população. Além disso, entre 1997 e 2010, o número de infecções caiu 21%. Mas a região Sul não tem muito o que comemorar, especialmente o Rio Grande do Sul. A taxa de incidência da doença no Sul foi de 28,8 casos por 100 mil habitantes, muito mais que o Norte, segundo lugar, com 20,6 casos por 100 mil habitantes. E o estado que mais teve casos em 2010 foi o Rio Grande do Sul, com 27,7 casos por 100 mil habitantes. Porto Alegre é a cidade brasileira que se destaca, com 99,8 casos por 100 mil habitantes. A coluna ouviu a avaliação de deputados federais da bancada gaúcha que são médicos.

Menos registros

O problema é que os números do Rio Grande do Sul representam muito mais uma preocupação para o resto do País do que um problema no Estado. Isso porque a rede de atendimento e diagnóstico é mais acessível do que em outros lugares. “Acredito que é um problema de sub-registro em outros estados”, acredita o deputado Osmar Terra (PMDB). Segundo ele, o Brasil é o país que tem os melhores programas de combate ao HIV, mas precisa incentivar mais a busca ativa do vírus. “Mas, de qualquer forma, o Brasil está de parabéns.”

Medo desaparecendo

O deputado Alexandre Roso (PSB) destaca que, além de o acesso aos diagnósticos ser maior, o que aumenta o número de infectados, o medo da doença está desaparecendo. “Essa geração não viveu a primeira fase da Aids, quando os tratamentos eram inexistentes. Mas a Aids ainda é uma doença grave.” Mesmo assim, segundo Roso, as campanhas e a divulgação de números estão fazendo voltar o interesse dos gestores na doença. “Até porque os números de infectados são provavelmente maiores.”

Queda insuficiente

Para Darcísio Perondi, do PMDB, a queda no número de casos foi insuficiente, o que mostra a necessidade de políticas públicas mais agressivas. “Houve acomodação. Agora é necessário ter uma reação forte dos estados e da União para combater o vírus”, comentou o deputado.

Incentivo

Henrique Fontana (PT) comemorou a estabilização no número de casos, mas com ressalvas. “O fato de ter estabilizado é um sinal positivo, mas insuficiente. O Brasil não pode se conformar apenas com isso”, disse. De acordo com Fontana, até agora o número de casos vinha aumentando, o que diminuía era a taxa de aumento. “Essa estabilização deve servir de incentivo para o País entrar numa era de diminuição.”

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