Do dia para a noite, não é que surge um movimento via internet para mobilização do povo brasileiro contra a Usina de Belo Monte. Este vídeo bem produzido e utilizando-se do apelo de imagem de atores globais pede para as pessoas acessarem um site e manifestarem-se contra a construção da Usina de Belo Monte. Ora, de tantos problemas que temos, a construção desta usina está no rol das soluções e não dos problemas de nosso País. Vejam que a produção de energia será limpa e mais, a obra está adaptada para minimizar os impactos ambientais, e o lago vai alagar uma região que poderá ser perfeitamente adaptada ao ecossistema. O que acontece é que faz mais de 30 anos que estão tentando barrar este projeto alegando o impacto ambiental, mas o que todos precisam entender é que a Amazônia é imensa e tem muitos estrangeiros entranhados em suas matas. É sabido que a língua inglesa é utilizada até pelos índios. O real interesse destes movimentos é limitar o ingresso dos investimentos brasileiros na região. Nós brasileiros precisamos estar cientes de que cabe a nós a sua preservação. Sugiro que não aceitem as justificativas. Tenho recebido convite via e-mail e redes sociais, por isso aproveito este espaço para manifestar-me. (Renato Zimmermann, economista, Garibaldi/RS)
Frase
Ouvi a seguinte frase: “O time de futebol de cada pessoa está acima de sua família. Você pode brigar, abandonar e até montar uma nova família, mas você nunca mudará seu time de futebol, mesmo que ele tenha derrotas e momentos ruins, você nunca irá trocá-lo por qualquer outro”. Sem dúvida nenhuma foi uma das piores coisas que já ouvi na vida! E o pior é saber que praticamente todo mundo pensa desse jeito! Em que momento da história da humanidade a gente perdeu nossos valores? Se que algum dia tivemos algum? (Amanda Bartochak, guia de Turismo e graduanda em Relações Públicas)
Festa
Na madrugada de 26/11/2011, por volta das 5h, ao regressar do aeroporto Salgado Filho, deparei-me com uma cena inusitada, no retorno ao Centro da Capital. Na frente da Pepsi on Stage, ocupavam a rua, centenas, talvez milhares de jovens que frequentavam aquela mal localizada casa de espetáculos. Jovens, pela aparência, em sua maioria menores de idade. As meninas disputavam o sumarismo do vestuário. No conjunto, lembrava muito os bailes funk da periferia do Rio de Janeiro. Se isso é ser livre, Deus me livre disso. Levei mais de meia hora para ultrapassar aquele trecho da rua. Assim como eu, centenas de carros, ônibus, táxis etc. passaram pelo mesmo transtorno. E, pasmem, o poder público estava presente, com a BM e “azuizinhos”, que nada faziam para coordenar o trânsito. Deduzi que estavam ali para multar qualquer motorista que reclamasse daquela situação surrealista. Afinal, na linguagem “politicamente correta”, aqueles jovens estavam exercendo a “cidadania”! Se isso é o “Direito de ir e vir”, é melhor morar no Paraguai. (Vanderlino H. Ramage, administrador)
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