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Repórter Brasília Edgar Lisboa | edgarlisboa@jornaldocomercio.com.br

Repórter Brasília

Coluna publicada em 28/11/2011

Capacidade de inovar

O senador Armando Monteiro (PTB-PE), com a autoridade de empresário e ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), fez uma análise dos dez meses de governo Dilma Rousseff (PT), da crise internacional e da indústria brasileira frente aos desafios para o próximo ano. Disse que a presidente tem assumido uma posição muito clara de defesa da indústria nacional. Para o parlamentar, o “Plano Brasil Maior”, aprovado no Senado neste mês, representa uma iniciativa do governo federal nessa nova fase da política industrial, concedendo um conjunto de incentivos que são importantes para garantir à indústria brasileira condições de travessia num cenário marcado por um acirramento da competição em escala global.

Dificuldades estruturais

Na avaliação de Armando Monteiro, Dilma tem revelado essa compreensão. Mas não é algo que se resolva a partir da vontade do governo federal. “Temos dificuldades estruturais que ainda estão presentes na economia brasileira e que tiram a competitividade da nossa produção.” Entre eles, segundo o deputado, as dificuldades de infraestrutura, logística e custos tributários muito elevados. Um grande problema em que o Brasil passou a ter desvantagem comparativa, na opinião de Armando Monteiro, é o custo da energia elétrica que subiu muito ao longo do tempo. Portanto, a indústria está desafiada a poder enfrentar uma conjuntura adversa e isso tudo remete ao Congresso Nacional a responsabilidade de fazer aquilo que cumpre ao Congresso, que é colaborar. “Em debate na Comissão de Constituição e Justiça, eu lembrava que o tempo político tem que se ajustar ao tempo econômico, ou seja, o Congresso tem que ser mais ágil levando em conta essas dificuldades que estão aí presentes.”

Retração internacional

Armando Monteiro antevê dificuldades para 2012 porque acha que “o mercado internacional está em retração. Os países centrais estão vivendo momentos de crise, cuja extensão não pode ainda ser avaliada. Então o Brasil terá que adotar todas as medidas necessárias para que não tenhamos uma grande desaceleração na nossa economia”.

Carvão no leilão de energia

Com a não inclusão do carvão mineral no leilão de energia A-5, em setembro desse ano, os deputados que defendem o setor querem que o governo pelo menos inclua as termelétricas no Plano Decenal de Energia. A Frente Parlamentar do Carvão Mineral chamou o presidente da Empresa de Pesquisas Energéticas, Maurício Tolmasquim, para uma reunião no dia 29 de novembro justamente para discutir a inclusão das usinas a carvão no PDE. A reunião foi uma exigência da Casa Civil. A própria ministra Gleisi Hoffmann (PT), no dia 26 do mês passado, exigiu que o assunto fosse discutido com Tolmasquim. A esperança da frente é que, já que o Plano Decenal de Energia está ainda sendo elaborado, a inclusão seja mais fácil. “Queremos sensibilizar quem faz o planejamento para solicitar uma política para o carvão. O uso de térmicas não está nos planos”, disse o presidente da Frente, deputado federal Afonso Hamm (PP).

Dívidas e bolsas de estudo

O governo quer transformar dívidas de universidades comunitárias em bolsas de estudo para estudantes carentes. A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti (PT), prometeu redigir uma medida provisória e colocá-la em votação no Congresso. “Essa medida vai evitar que a Ulbra seja vendida para uma Anhanguera da vida”, comentou o deputado Jerônimo Goergen (PP), que deu a sugestão.

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