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De Olho na tevê Carlos Pires de Miranda
carlos@piresdemiranda.com.br

De Olho na tevê

Coluna publicada em 09/11/2011

Nada a reclamar

Todos tiveram repetidas chances de alçar voo em um campeonato repleto de resultados surpreendentes. Grêmio e Inter também. Contudo, a cinco rodadas do final, temos de engolir a realidade de um modesto e persistente sétimo lugar para um - e comemorar porque o outro não vai cair. Aliás, se caísse, seria o único clube gaúcho na série B, já que atualmente estamos com o Caxias na terceira divisão e mais um outro na quarta. É dolorosa a realidade do futebol do Rio Grande, apesar de todo o apoio das torcidas, dos invejáveis quadros sociais da dupla e da tradição que já tivemos de trazer títulos para cá.

Insuportáveis suposições

Chato mesmo é quando começam aquelas falsas projeções: "se tivéssemos vencido aquele jogo", "se não levássemos aquele gol no final", "se não fossem as contusões" etc. Já ouvi que "o Inter deixou escaparem 15 pontos, com eles poderia estar disparado na liderança". Raciocínio torto: em quantas vezes o Inter venceu ou salvou-se por detalhe, nas mesmas circunstâncias em que considera ter deixado "escaparem" pontos? Isso é futebol, acontece para todos. E quando a disputa é em turno, returno e nada mais, não há injustiças: quem está na frente é ou foi melhor durante maior número de rodadas. Simples assim.

Punição exemplar

Além da dupla Grenal, os árbitros gaúchos estão dando vexames no Brasileirão de 2011. Leandro Vuaden não se contentou em validar um gol do Avaí contra o Corinthians em claro impedimento: em seguida resolveu expulsar Leandro Castán, por uma disputa de bola - nem amarelo tinha. Uma semana após, domingo passado, foi Jean Pierre Gonçalves Lima que errou rotundamente ao assinalar pênalti para o América contra o Corinthians, em um lance no qual nem falta houve. Mesmo assim, nada justifica a agressão de torcedores ao trio de arbitragem, em Congonhas. A punição tem de ser exemplar, violência não combina com futebol.

Qual será a desculpa?

Em 2011 não existiram as roubalheiras explícitas, nem os jogos com placares encomendados ao árbitro Edilson Pereira de Carvalho, nem outros anulados por Luiz Zveiter como em 2005, quando o Inter conseguiu apanhar do rebaixado Coritiba na última rodada, entregar o título ao Corinthians e até hoje alegar injustiças quando se fala nos 32 anos de fila. Grêmio e Inter estão onde estão por seus próprios méritos. As arbitragens têm sido corretas, às vezes até amigáveis. O que fazer se não vencem nem adversários com um jogador a menos? Contratar.

Alô 2012!

Ao que eu saiba, o Grêmio está apostando tudo na contratação de Kleber, tanto que já amoleceu o Cruzeiro (que possui 50% dos direitos) e começa a ser ouvido com mais atenção pelo Palmeiras. Ótimo: se tivesse alguém como Jonas no elenco, 2011 teria sido mais ameno - o Gladiador é o nome certo a ser tentado. O Inter parece ter entendido que Guiñazu é aquilo mesmo - e nada mais. Já não se aceitam volantes que apenas marquem, eles têm que saber jogar. A cobiça colorada volta-se para Willians, que Luxemburgo não quer mais no Fla. Com paciência e jeito, Dorival Júnior pode fazer o jovem volante crescer e dar certo aqui.

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