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Repórter Brasília Edgar Lisboa
edgarlisboa@jornaldocomercio.com.br

Repórter Brasília

Coluna publicada em 11/10/2011

Mais royalties da União

A União pode deixar de ser um árbitro na questão dos royalties e virar um jogador. Apesar de a comissão de deputados federais e senadores - criada para tentar chegar a um acordo - começar a negociar apenas nesta terça-feira, o líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (RN), afirmou que existem estudos que indicam que a União terá que ceder mais que os estados. Mesmo assim, o peemedebista não quis adiantar números, que ainda estão em estudo. A comissão espera chegar a uma proposta concreta para levar ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, mas os parlamentares sabem que, se as negociações falharem, o veto à distribuição igualitária dos royalties será derrubado.

Já cedeu o que tinha

Mesmo assim, deputados que lutam pela distribuição dos royalties acham difícil que a União ceda mais do que já propôs, que é abrir mão de 10% dos royalties e 4% da participação especial. “A União já cedeu o que tinha que ceder. Esses royalties estão vinculados à defesa e ciência e tecnologia, é difícil que eles abram mão, é um recurso muito necessário”, disse o deputado federal Fernando Marroni, do PT. Segundo Marroni, agora é a vez de os estados produtores cederem. O presidente da Frente Parlamentar pela Distribuição dos Royalties, deputado federal Alceu Moreira (PMDB), disse que a União já propôs a redução de sua fatia nos royalties, mas que agora a luta é por uma parte maior da participação especial. “Queremos que a União reduza de 46% para 40%.” De acordo com Alceu, esses recursos a menos nos cofres do governo federal não irão fazer diferença no futuro. “Eles já garantem a defesa do litoral com 40% dos recursos da produção de hoje, que é de R$ 20 bilhões. Mas mesmo nas projeções mais pessimistas, em 2020 a produção será de R$ 80 bilhões”, disse.

Resposta de Cherini

Sobre a nota “Queixas inoportunas”, publicada na coluna de 7 de outubro, o deputado federal Giovani Cherini (PDT) enviou uma resposta às críticas do ex-deputado Pompeo de Mattos (PDT). “Antes mesmo da publicação da nota, eu já havia deixado bem claro minha posição inabalável de permanecer no partido no qual construí minha trajetória política e o qual eu mesmo ajudei a construir. Vale lembrar que até hoje, passados 27 anos de minha atuação partidária, só tive uma filiação: no PDT de Leonel Brizola, Getúlio e Jango. Em nota, publicada em meu site (www.cherini.com.br), expressei claramente meu contentamento com o PDT, onde, aliás, me sinto muito confortável. Contudo, acho que o partido precisa de oxigenação e de um choque de democracia. Por isso, participo ativamente do processo para definição da nova presidência da sigla no Rio Grande do Sul. Pela democratização do partido, dou meu apoio à candidatura do secretário Afonso Motta.”

Ouro em educação profissional

O Brasil obteve o segundo lugar no WorldSkills, maior torneio de educação profissional. A edição deste ano foi realizada em Londres. A delegação brasileira contou com 28 estudantes, sendo 23 do Senai e cinco do Senac. O Brasil conquistou 11 medalhas, sendo seis de ouro, três de prata e duas de bronze, além de 10 certificados de excelência.

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