Porto Alegre, sábado, 25 de outubro de 2014. Atualizado às 13h52.
PREVISÃO DO TEMPO
PORTO ALEGRE AMANHÃ
AGORA
25°C
27°C
18°C
previsão do tempo
COTAÇÃO DO DÓLAR
em R$ Compra Venda Variação
Comercial 2,4560 2,4580 2,18%
Turismo/SP 2,3300 2,6500 1,11%
Paralelo/SP 2,3400 2,6600 1,11%
mais indicadores
Página Inicial | Opinião | Economia | Política | Geral / Internacional | Esportes | Cadernos | Colunas
ASSINE  |  ANUNCIE  |  ATENDIMENTO ONLINE
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
 
» Comente esta notícia
[FECHAR]  
  Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.  
  Nome:  
  Email:    
  Cidade:    
  Comentário:    
500 caracteres restantes
 
Autorizo a publicação deste comentário na edição impressa.
 
126283
Repita o código
neste campo
 
 
COMENTAR CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR
Repórter Brasília Edgar Lisboa
edgarlisboa@jornaldocomercio.com.br

Repórter Brasília

Coluna publicada em 05/09/2011

Processo eletrônico

A Justiça do Trabalho gaúcha está trocando o papel pelos computadores. O órgão começou a implantar o chamado processo eletrônico, aonde as petições deixam de ser impressas e passam a ser completamente virtuais. "Os juízes são plenamente favoráveis", afirma o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Renato Sant'Anna. Segundo ele, a adoção do processo eletrônico, além de ser ecológica por economizar papel e tinta, vai agilizar a tramitação dos processos eliminando parte da burocracia.

Mas isso não quer dizer que não existem preocupações. Segundo Sant'Anna, já que o trabalho é mais técnico, os servidores vão ter que ser mais qualificados. Outro problema é que uma hora o processo vai chegar ao juiz. "Tudo vai ficar represado no juiz, que vai precisar parar o processo para decidir", explica. Como o juiz é a etapa final, ele poderá ficar sobrecarregado.

Mas só a possibilidade de o processo eletrônico diminuir a burocracia já é vista como extremamente positiva. Para o deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), o grande vilão da morosidade da Justiça brasileira é o excesso de burocracia, que existe até hoje, mesmo com a tecnologia avançada. "A tecnologia não justifica essa burocracia infernal, que tem uma grande contribuição para a morosidade da Justiça", afirma o parlamentar.

Política desacreditada

No Dia da Independência, 7 de Setembro de 2011, milhares de brasileiros estão planejando pelas redes sociais ir às ruas manifestar contra a corrupção que assola o País. E, para o senador peemedebista Pedro Simon (foto), motivos não faltam. "Acho que nós estamos meio na gota d'água do descrédito popular. A votação na Câmara dos Deputados para a cassação da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) repercutiu muito mal", afirmou o senador. Para Simon, a política está tão desacreditada que nem a reforma política recebe crédito. "Dinheiro público é para os partidos receberem e fazerem campanha na televisão. O resto continua igual. Verba pública de campanha, na tese das lideranças do PMDB, do PT e de outros partidos, é dinheiro que vai 80% do gasto à campanha política para presidente da República, para governador e para prefeito", lamentou.

Código de Processo Civil

Foi definida esta semana a composição da comissão especial que vai analisar as propostas do novo Código de Processo Civil (CPC) na Câmara. A presidência ficou com o sul-mato-grossense, Fabio Trad (PMDB), e a relatoria com o baiano Sérgio Carneio (PT). Um gaúcho cuidará de uma das cinco sub-relatorias da comissão: Jerônimo Goergen (PP), que terá a missão de consolidar as propostas relacionadas à área de processos e cumprimento de sentenças do novo código. O anteprojeto do novo CPC foi elaborado por uma comissão de juristas coordenada pelo ministro Luiz Fux, hoje do Supremo Tribunal Federal (STF). O texto, já aprovado pelo Senado em dezembro do ano passado, agora tramita na Câmara dos Deputados e tem como principal objetivo dar agilidade à Justiça, diminuir a burocracia e criar mecanismos para a resolução, em apenas uma decisão, de causas que se repetem no Judiciário brasileiro. Goergen já está conversando com a Ordem dos Advogados do Brasil e com representantes do Judiciário. "Quero falar com todas as áreas do Judiciário. Temos que garantir o acesso à Justiça. Não adianta apurar demais e não dar acesso", afirmou.

COMENTÁRIOS
Deixe seu comentário sobre este texto.

DEIXE SEU COMENTÁRIO CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR
COLUNAS ANTERIORES
O novo presidente
Quem ocupar o Palácio do Planalto a partir do ano que vem terá que construir uma base de apoio num Congresso com 28 partidos
Vitória sem participação
Os produtores de fumo brasileiros tiveram uma vitória na COP 6, a Conferência das Partes da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco
PSDB menor
Ao contrário do PSDB nacional, que aumentou a bancada de deputados federais e disputa o segundo turno à presidência com boas chances, o PSDB gaúcho está definhando
As várias capitais
Outros cinco municípios tentam conseguir o título de “capital nacional”, sendo que dois são gaúchos

 EDIÇÃO IMPRESSA

Clique aqui
para ler a edição
do dia e as edições
dos últimos
5 anos do JC.


 
para folhear | modo texto