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Conexão Política Adão Oliveira
adaooliveira@hotmail.com

Conexão Política

Coluna publicada em 07/02/2011

A história revisitada

José Sarney está em evidência. Recentemente foi eleito presidente do Senado. Pela terceira e última vez. Sarney já cansou de exercer o poder. Já foi até presidente da República, sem ao menos estar preparado para isso. Pura sorte. Tancredo é que foi eleito para presidir o Brasil. Morreu, sem realizar o seu sonho e a expectativa do povo brasileiro. Hoje, ninguém mais lembra de Tancredo Neves. Ele foi esperança, não é saudade, sequer lembrança.

Mas como é mesmo que José Sarney chegou à presidência? Tudo começou na noite de 14 de maio de 1985. O ministro João Leitão de Abreu, jurista e chefe da Casa Civil de João Figueiredo, estava recolhido à sua residência na Granja do Ipê, quando foi avisado que lá estavam o então presidente da Câmara dos Deputados, Ulisses Guimarães, o presidente do Senado, José Fragelli, o senador Fernando Henrique Cardoso e o general Leônidas Pires Gonçalves. Eles foram comunicar que Tancredo Neves, estava sendo hospitalizado naquele instante. E em seguida questionaram o jurista: "Ministro, quem deverá assumir, amanhã"? José Sarney que foi eleito com Tancredo Neves, respondeu Leitão de Abreu, depois de consultar a Constituição. No dia seguinte a Nação perplexa assistia à posse de José Sarney, como presidente da República, em exercício. Ele assumiu a presidência, sozinho. Todos os ministros de João Figueiredo estavam exonerados. Por sugestão do Dr. Leitão de Abreu, o general Figueiredo não passou a faixa para Sarney. O próprio dr. Leitão contou-me essa história.

Consultado sobre a cerimônia ele sugeriu ao presidente Figueiredo que não passasse a faixa porque Sarney entraria no exercício do cargo como substituto e não como sucessor. Tancredo Neves estava vivo. Eventualmente sem condições de assumir a presidência da República, mas vivo. Foi uma decisão consciente e correta. Tancredo só morreria em abril. Então, fica claro que o general João Figueiredo não se negou a entregar a faixa por birra - como disseram - e sim, por determinação constitucional. A faixa presidencial é o símbolo do poder, mas não completa a investidura. É como a coroa do rei. Ela só é transmitida quando cessa o mandato de um presidente e começa o de outro. O que sai entrega a faixa ao presidente que entra, como Lula fez com Dilma Rousseff.

Quando o titular do cargo viaja ao exterior, por exemplo, não passa a faixa, apenas transmite a investidura. Aí uma questão. Se Figueiredo não passou a faixa para Sarney, como é que na fotografia oficial de presidente da República, Sarney aparece "enfaixado"? Quem lhe colocou a faixa foi Gervázio Batista, então fotógrafo oficial do Palácio do Planalto. Para o registro da história.

Missão de paz

O ex-deputado estadual Paulo Brum (foto), do PSDB, que não se reelegeu no ano passado, vai assumir neste mês a Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social de Porto Alegre. O atual titular, Tarcísio Cardoso (PSDB), passa a ser adjunto. A informação do prefeito José Fortunati (PDT) está na entrevista especial publicada nesta edição.

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