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Ano-novo Notícia da edição impressa de 31/12/2010

Ano-novo: a receita de cada um

Michele Rolim

GABRIEL LOPES/AFP/JC


Ano novo, vida nova. Certo? Nem sempre. Já dizia Carlos Drummond de Andrade, no poema Receita de ano novo: "É dentro de você que o Ano-Novo cochila e espera desde sempre". A premissa é totalmente verdadeira para a psicanalista Jussara Dal Zot. "É preciso querer e fazer por merecer ter um ano novo, de fato". Ela acredita que o importante para este final de ano é que as pessoas façam uma reflexão, ou seja, um balanço daquilo que foi bom, e que gostariam que continuasse, o que foi ruim e que gostariam de modificar e, é claro, como fazer para que isso aconteça. "As listas se perdem dentro das gavetas, a reflexão é o ponto de partida para qualquer mudança", defende.

Segundo ela, muitas pessoas não conseguem atingir uma mudança porque não têm consciência de que isso depende somente delas e acabam atribuindo essa responsabilidade a fatores externos. "Os nossos desejos são apenas nossos e só podem se realizar a partir de nós mesmos", alerta.

No livro O óbvio que ignoramos (Editora Lua de Papel, 232 págs., R$ 35,00), o gaúcho radicado nos Estados Unidos Jacob Pétry ensina - a partir da análise biográfica de personalidades de sucesso como Gisele Bündchen e Barack Obama - como é possível atingir metas propostas. Ele informa que o ponto de partida começa na aceitação da situação presente, e na escolha da felicidade agora. "Estabelecer metas e objetivos é fundamental, mas como processo de desenvolvimento do seu potencial, e não como busca de felicidade", defende o jornalista.

Pétry também aponta que é preciso ter bem claro que os resultados não são consequências da herança genética, nem cultural, nem da sorte ou da inteligência. Todos esses fatores podem ter certa influência, mas não são determinantes. "Nós somos o resultado inevitável de nossas escolhas, feitas de uma maneira constante e, muitas vezes, inconscientemente", afirma.

De acordo com a teoria do filósofo, muitas pessoas fracassam porque não têm clareza de seus propósitos. "As pessoas que não conseguem atingir suas metas geralmente as estabelecem a partir de princípios muito superficiais, coisas de impulso, resoluções tomadas de uma vaga suposição de que isso as faria felizes", diz.

Para que isso não aconteça, segundo ele, é preciso aplicar uma fórmula chamada no livro de lei da Tripla Convergência, através dela é possível descobrir o que há de melhor em cada um e como oferecer isso à sociedade. Ela está fundamentada em três questões práticas. Primeiro, onde está seu talento natural? Depois, dentro desse talento, onde está sua paixão? E por fim, como você pode transformar essa paixão em renda? "A compreensão clara e profunda do ponto de convergência dessas três questões revela o campo onde você deveria atuar para explorar seu potencial", conta o pesquisador, acrescentando que obter esse entendimento, de algo que parece óbvio, é fundamental para atingir o sucesso.

Outro ponto fundamental, apontado pelo autor, é a adoção de hábitos no dia a dia, que tornem possíveis as metas propostas. "Estabelecê-las só faz sentido se você compreender, muito claramente, o sentido que está por detrás dessa meta e se esse sentido lhe dá uma satisfação maior do que atingir a meta em si", explica, ensinando uma fórmula simples para testar a força do sentido por trás das metas: questionar o porquê dela. Após essa primeira etapa, é preciso ter consciência do que é necessário para alcançar esse objetivo e traçar uma estratégia para isso. "Se você quer emagrecer, é preciso pensar o que é preciso para isso, como uma dieta e um programa de exercícios, o emagrecimento virá como consequência", exemplifica. E completa: "Muitas vezes esperamos, no futuro, resultados diferentes dos obtidos no passado, mas continuamos agindo, no presente, do mesmo jeito que agíamos no passado". É preciso que cada um descubra a sua própria receita de Ano-Novo.

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