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De Olho na tevê Carlos Pires de Miranda
carlos@piresdemiranda.com.br

De Olho na tevê

Coluna publicada em 29/07/2009

Depois do Grenal

Como em muitas outras vezes, o Grenal atuou como divisor de águas nas campanhas da Dupla no Brasileirão. O Inter saiu abatido pela derrota, valeu-se de dois gols em impedimento contra o São Paulo e mesmo assim permitiu o empate. Contra o Botafogo, escapou da goleada antes de chegar aos 2 a 2, viu o árbitro decidir corretamente os lances duvidosos a seu favor - em resumo, não sobrou nada para ser questionado na vitória que reabilitou o Fogão. A não ser o próprio desempenho do Inter.

Na outra ponta...
No Grêmio, a vitória sobre o Inter colocou as coisas no lugar. Mas que lugar é esse? Perder para o Avaí (que venceu suas últimas quatro partidas) não chega a ser uma barbaridade, mas - vamos combinar - não dá pinta de campeão. Fazer 3 a 2 no Santo André seria bom fora de casa, no Olímpico era obrigação. O time tem o irrepreensível goleiroVictor, Souza em grande momento e muita irregularidade nas outras posições. Amanhã, contra o São Paulo, tem a chance de mostrar algo mais.

Time comum
A tendência é de que, sem Nilmar, o Inter vire um time comum, não muito próximo do título, no máximo capaz de se encaixar entre os quatro da Libertadores. Nem o torcedor mais apaixonado pode reclamar da diretoria: o negócio foi bom demais. Nilmar chegou quase de graça, quem pagou o Lion (8 milhões de euros) foi o Corinthians, que pouco usufruiu de seu futebol. O Inter mostrou coragem ao segurá-lo por tanto tempo - e lucrou merecidamente por essa ousadia.

Dureza
O atual regulamento da Fórmula 1 é tão intrincado, traz tantas condicionantes que desestimula o leigo a acompanhar as provas. Brasileiros que se acostumaram com espetaculares ultrapassagens, vitórias e títulos de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna se veem agora torcendo por rapidez em reabastecimento e troca de pneus. E por Rubens Barrichello, que empolgante! Na última volta do GP da Hungria, Rubinho lutava contra o japonês Nakajima, sem conseguir tomar-lhe a nona posição. Com Massa longe das pistas e Piquet em aviso-prévio, está danado torcer.

Todo poderoso Galvão
Foi nesta coluna que você leu elogios às transmissões de Galvão Bueno na Fórmula 1? A resposta é provavelmente sim, e mais de uma vez. Leia agora minha inconformidade com o desempenho dele, narrando o treino classificatório de sábado, especialmente após o acidente com Felipe Massa. A desinformação era compreensível, ergueu-se a habitual cortina de fumaça sobre o acidente. Galvão não tinha acesso na Hungria ao replay que a Globo gerava no Rio, precisou improvisar ao longo de uns 45 minutos.

Prepotência
Naquele clima de incerteza sobre o que ocorrera com Massa, os raciocínios lógicos e corretos desenvolvidos por Reginaldo Leme e Luciano Burti eram arrematados por Galvão, que deles se apropriava, repetindo-os como se fossem seus. Sabe-se que ele manda mesmo, que a queda de braço contra Reginaldo, nascida da preferência de um por Senna e de outro por Piquet, foi vencida por Galvão. Só não me agrada vê-lo, tão flagrantemente, passar por cima dos dois colegas. Vai transmitir sozinho para ver...

Vai abaixo
Passo no Olímpico para o velório do Biaginho, do Copacabana. Enquanto estaciono, vislumbro um casal abraçando o ex-presidente Helio Dourado, responsável pela ampliação do estádio, especialmente por aquela cobertura em todos os setores, coisa que nem o Beira-Rio possui. Ao sair do Salão do Conselho, fico alguns momentos contemplando o gramado, matutando. É uma pena que aquele histórico monumento precise ceder lugar a vários espigões, para que o Grêmio construa sua arena.

Pitacos
Da repórter Eduarda Streb, durante Botafogo e Inter: “Quem deve estar vibrando com o gol de Andrezinho é a Karen, sua grande fã”. Informação fundamental ao telespectador. *** Sobre Chinesinho, alguns leitores confirmam que ele vive na praia do Cassino. Segundo Fernando José Fuscaldo, o ex-craque do Inter nos anos 1960 luta contra o Mal de Alzheimer. *** Olha só: apresentadora Carla Lopes, elogiada neste espaço, já apareceu sábado na bancada do Jornal Nacional. Substituindo Fátima Bernardes, como preconizava o colunista.

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