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Editorial Notícia da edição impressa de 13/05/2010

Reclamações forçam normas nos cartões de crédito

Pressionado pelo comércio, por entidades de defesa do consumidor e pelo Banco Central, o setor de cartões de crédito se propôs a iniciar práticas que podem ser configuradas como uma autorregulação. É que os presidentes da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Fábio Barbosa, e da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Paulo Caffarelli, se comprometeram a reduzir práticas que prejudicam os consumidores. O compromisso das duas associações, de acordo com o Ministério da Justiça, ocorrerá paralelamente à alteração da Resolução 3.518, do Conselho Monetário Nacional (CMN), que dará ao Banco Central o poder de regular a cobrança de tarifas dos cartões, assim como fez com as tarifas bancárias. Uma questão em debate no Banco Central (BC) é se as administradoras de cartão são ou não instituições financeiras. Se a avaliação for positiva, então o CMN e o BC poderão agir para definir uma regulação do setor. Caso contrário, enquanto o Congresso Nacional não se posicionar, o setor de cartões continuará sem um órgão regulador definido, permanecendo em um vácuo regulatório que vem dificultando ações de abuso contra os seus clientes. Cartão de crédito, todos nós temos um ou vários. Quem não tem, acabará cedendo ao dinheiro de plástico. Mas há uma indefinição em torno da regulação. Isso cria problemas para os bancos, que acabam respondendo pelas ações dos consumidores e do MP contra práticas abusivas. Os cartões chegaram e venceram. Têm praticidade e segurança. Nas viagens, então, são uma bengala financeira. Antes, os dólares eram carregados em improvisadas bolsas ao redor da cintura, um perigo. Porém, o custo dos cartões de crédito, tanto para o comércio lojista quanto para os usuários, é alto. Houve a queda dos juros até abril, mas isso não se refletiu nas taxas praticadas pelas duas grandes bandeiras. O presidente do Serviço Nacional de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), Roberto Alfeu Pena Gomes, declarou que o comércio vem fazendo um trabalho de corpo a corpo com parlamentares para acelerar o novo marco regulatório. Na avaliação dos lojistas, o dinheiro de plástico é um dos “grandes sugadores do dinheiro dos consumidores”, que poderia ser utilizado em novas compras do varejo. Porém, especialistas lembram que pagar o mínimo da fatura do cartão é o mesmo que cair em uma armadilha. 

Se uma pessoa quiser quitar uma dívida de R$ 1 mil pagando só os valores mínimos sugeridos todos os meses, levará 30 anos e meio para terminar de pagar um total de R$ 3,797 mil, segundo analistas. Trata-se de uma hipótese absurda, mas possível. Daí a importância de se quitar a fatura total. Pagar o mínimo é como enxugar gelo. A regulamentação do governo, entretanto, não deve interferir no mercado. Para o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), Miguel de Oliveira, a pequena competição no mercado de cartões explica a indiferença das operadoras de cartões ao movimento de redução dos juros. Segundo ele, os juros de todas as modalidades de crédito caíram em 2009, com exceção dos cartões de crédito. Os juros do cheque especial foram de 7,27% ao mês e 132,13% ao ano no final de 2009, e os do crédito direto ao consumidor de 6,86% ao mês e 121,71% ao ano. É demais.

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