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PATRIMÔNIO Notícia da edição impressa de 18/05/2015

Mutirão busca amenizar abandono de praça

Estudantes e moradores cortaram a grama e limparam bancos e brinquedos de área verde na avenida Palmeira

Suzy Scarton

JONATHAN HECKLER/JC
Ação, no sábado, contou também com a presença de pais de alunos de escolas da região
Ação, no sábado, contou também com a presença de pais de alunos de escolas da região

Cansados de esperar pela realização de melhorias na Praça João Petersen Júnior, no bairro Petrópolis em Porto Alegre, alunos das escolas Imperatriz Leopoldina e Panamerican School, com apoio de pais, professores e moradores da região, decidiram organizar um mutirão voluntário para dar um ar mais alegre à àrea verde. A ação foi realizada no sábado pela manhã e reuniu cerca de 50 pessoas. A professora universitária Suzel Jansen, que participou do mutirão, considerou a experiência positiva. "Conseguimos lavar bancos com lavadores de pressão, capinamos a praça, retiramos galhos de árvores secos e cortamos outros que estavam muito baixos", relatou.

Moradora da região há mais de 15 anos, Suzel afirma que o estado da praça vem piorando nos últimos seis anos. "Desde que a frequento, nunca esteve bem cuidada, nunca foi de excelência. Nunca vi uma flor lá, as árvores são velhas e a poda raramente é feita", contou. Suzel também se mostrou decepcionada com a ausência da prefeitura no evento. "Havíamos conversado com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) e era para algum servidor ter acompanhado o mutirão, mas essa pessoa não compareceu."

Localizada na esquina da avenida Palmeira com a rua João Obino, a praça fica exatamente em frente à Escola Estadual de Ensino Fundamental Imperatriz Leopoldina. A diretora, Flávia Potter, que trabalha há 30 anos na instituição, relata que a luta pela conservação do local é antiga. "Desde que o ano começou, liguei para o 156 quatro vezes e as ligações que fiz no ano passado foram ignoradas", lamenta.

Pelo telefone 156, o Fala Porto Alegre, os cidadãos podem denunciar problemas de infraestrutura da cidade. Flávia relata que, nas vezes em que ligou, solicitou o corte da grama, o conserto de degraus e passeios, e a poda das árvores, que crescem e tapam as lâmpadas que iluminam a praça. "Só resolvem rápido a troca das lâmpadas, quando queimam. O resto é rotulado como urgente, mas nada é feito." Há também uma escadaria no acesso à escola, que apresenta buracos e canos expostos. De acordo com Flávia, os degraus estão danificados desde agosto do ano passado.
Há duas semanas, antes do mutirão organizado pelos alunos, a Smam realizou uma vistoria e cortou a grama da praça. A medida não foi suficiente para Flávia. "Se não tomamos iniciativa, não acontece nada. Precisamos de poda nas árvores, a praça fica entregue ao breu quando anoitece", reiterou. Por lei, a poda de árvores precisa ser feita por órgãos da prefeitura.

A Smam afirmou que realiza serviços de jardinagem em intervalos de 45 dias, em rodízio por zonas do município. Entretanto, não há projeto de revitalização da praça, uma vez que estava adotada pela empresa de engenharia Perillo. No final de 2014, a adoção foi revogada e a gestão voltou a ser do poder público. A pasta atribuiu o hiato na manutenção ao período de transição.

COMENTÁRIOS
Neli Colombo - 20/05/2015 - 15h31
Justiça seja feita. A Smam está, cotidianamente, presente na área de preservação do Parque Germânia, podando as plantas e atirando os galhos no meio da área. O trabalho é feito para preservar a cerca do parque.

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