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ENERGIA Notícia da edição impressa de 12/03/2015

Polaris planeja planta de aerogeradores no Estado

Investimento no complexo, em Rio Pardo, pode alcançar R$ 3 milhões
MARCO QUINTANA/JC
Unidade pode fabricar 20 equipamentos por mês, afirma Watenberg
Unidade pode fabricar 20 equipamentos por mês, afirma Watenberg

Uma unidade de aerogeradores de pequeno e médio portes será instalada no município de Rio Pardo por meio de uma joint venture formada pela norte-americana Polaris e a empresa gaúcha Synergy. O investimento no complexo, que pretende iniciar as atividades no segundo semestre do próximo ano, deverá ser algo entre R$ 2 milhões a R$ 3 milhões, e a perspectiva é que sejam gerados de 10 a 15 empregos diretos na região.

O vice-presidente de marketing e vendas da Polaris, Sebastian Watenberg, adianta que a unidade terá condições, em um primeiro momento, de fabricar aproximadamente 20 equipamentos por mês. O empreendimento produzirá aerogeradores de potências entre 20 kW a 250 kW. As torres terão de 30 a 50 metros de altura, e o diâmetro do rotor, de 20 a 30 metros.

Watenberg explica que, para começar a produção local, será preciso desenvolver uma cadeia de fornecedores. Por isso, antes de fabricar no Estado, a intenção da companhia é atender ao mercado regional com os equipamentos que desenvolve na sua sede nos Estados Unidos. Atualmente, a estrutura comercial da empresa já opera em Porto Alegre.

O executivo detalha que o foco da aplicação dos equipamentos é na chamada geração distribuída, na qual o consumidor pode produzir a energia para seu próprio consumo e enviar possíveis excedentes para a rede elétrica (sendo remunerado por isso). Os principais clientes que a Polaris quer conquistar nesse nicho estão nos segmentos industrial e agrícola. Watenberg destaca que a base da Polaris no Rio Grande do Sul servirá para responder à demanda do mercado da América Latina, e a escolha pelo Estado deve-se ao seu potencial eólico e ao grau de desenvolvimento da indústria e da agricultura.

Geradores de empresas podem levar 3,2 mil MW à rede

O governo lançou ontem as diretrizes do plano para atrair empresas consumidoras que possuem geradores próprios a produzir energia para o sistema. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), há um potencial de 3,2 mil megawatts que poderiam entrar na rede já no mês de abril. O sucesso do programa, porém, vai depender basicamente do preço que o governo está disposto a oferecer para esses estabelecimentos colocarem seus geradores para funcionar. Esses valores ainda terão de ser definidos pela Aneel.

Na segunda-feira, dia 10, o diretor-geral da agência, Romeu Rufino, adiantou que cada fonte terá um preço diferente, para que os custos dessa geração emergencial sejam devidamente remunerados. Rufino explicou que o preço da energia produzida por geradores a gás poderia ficar abaixo do teto do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), hoje em R$ 388,48. No caso da energia gerada a diesel, esse valor teria que ser bem maior, admitiu o diretor-geral.

O caso foi retirado da pauta de ontem da diretoria da Aneel, a quem caberá elaborar os modelos de editais e de contratos do programa, justamente porque a portaria do Ministério de Minas e Energia ainda não havia sido editada.

O documento foi publicado ontem no Diário Oficial da União (DOU) e determina que as distribuidoras façam chamada pública para verificar o interesse de consumidores de suas áreas de cobertura em participar do programa. Os requisitos exigidos limitam o número de possíveis candidatos a shopping centers, hotéis, estabelecimentos comerciais, pequenas indústrias e estádios de futebol, por exemplo.

A ideia é de que esses consumidores que já têm e utilizam seus geradores no horário de ponta, quando a energia é mais cara, coloquem os equipamentos para funcionar em outros períodos do dia, produzindo energia para todo o sistema.

Caberá aos próprios interessados encontrar formas de arranjar o combustível utilizado pelo gerador. O mais provável é que consumidores com geradores movidos a gás se interessem pelo programa, pois não é preciso estocá-lo. Para consumidores com geradores a diesel, o desafio será justamente encontrar uma forma de guardar o combustível.

Os interessados terão de instalar um sistema de medição nos geradores para verificar a quantidade de energia produzida. O pagamento por essa energia será feito pela distribuidora, que será ressarcida pela arrecadação do sistema de bandeiras tarifárias ou na data do reajuste tarifário anual. Os contratos terão prazo até 18 de dezembro deste ano.

Somente consumidores conectados à alta tensão poderão participar. Consumidores ligados diretamente ao sistema de transmissão não serão aceitos, caso de grandes indústrias da siderurgia e de alumínio, por exemplo.

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