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automação Notícia da edição impressa de 25/09/2014

Centro de inovação reúne soluções tecnológicas

GS1 BRASIL/DIVULGAÇÃO/JC
Sistema de sincronização de dados possibilita impressão de códigos de barras e RFID em linha de prod
Sistema de sincronização de dados possibilita impressão de códigos de barras e RFID em linha de prod

Todas as tendências tecnológicas para a cadeia de suprimentos, desde o processo produtivo até a chegada ao varejo, estão reunidas em um só espaço e podem ser conferidas de perto, aqui mesmo, no Brasil. O recém-inaugurado Centro de Inovação e Tecnologia (CIT) da GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação concentra as ferramentas mais recentes e disponíveis no mercado, todas à disposição dos visitantes na sede da entidade, em São Paulo. O local tem como diferencial a experiência interativa, que auxilia as empresas brasileiras na hora de decidir sobre a implementação de projetos que aperfeiçoem seus processos. O CIT inspira-se no modelo do Knowledge Center, da Alemanha, construído para treinamentos.

As soluções em automação propostas pela associação são demonstradas em diferentes áreas e estão acessíveis a todos os portes de empresas: de uma impressora doméstica que reproduz o código de barras dentro dos padrões mundiais ao sistema de radiofrequência (RFID, na sigla em inglês). Também é possível acompanhar a aplicação de processos produtivos até a venda no varejo. “A atualização tecnológica é hoje uma das principais aliadas das companhias, que poderão ver como tudo funciona na prática”, destaca João Carlos de Oliveira, que preside a GS1 Brasil e a Associação Latino-Americana de Supermercados (Alas).

O CIT simula os cenários da indústria, distribuição e varejo. No segmento industrial, é possível conhecer a Rede Global de Sincronização de Dados GS1 (GDSN, na sigla em inglês) e a impressão de códigos de barras e RFID em linha de produção e bancada. A sincronização de dados tem como objetivo o compartilhamento preciso de informações nos elos da cadeia. Toda empresa tem um banco de dados sobre os produtos que fabrica, vende ou compra. Essas informações funcionam com um catálogo que os clientes podem usar para fazer os pedidos e gerenciar fornecedores.

As dificuldades acontecem quando uma companhia precisa alterar uma informação no banco de dados ou adicionar um novo item, de uma hora para outra, e o catálogo não está mais atualizado. Essa dificuldade pode representar a falta de produtos nas prateleiras dos supermercados, com reflexo direto para o consumidor. Para evitar problemas como esses, cada vez mais indústria e varejo têm aderido ao alinhamento eletrônico de seus cadastros.  O GDSN permite armazenar os dados em um mesmo padrão, o que facilita o compartilhamento de informações e promove transações comercias globais.

Para os distribuidores, o CIT expõe ferramentas para facilitar o recebimento de mercadorias, com movimentação automatizada, além de soluções para armazenagem, separação e expedição. Entre as novidades, está o sistema cartésio, um transelevador desenvolvido com base na robótica, fundamental para atender a grandes locais de armazenagem e movimentação de cargas.

Esse modelo é o primeiro a ser instalado no Brasil, e as peças chegaram da Itália e da Alemanha, segundo a Cassioli, fabricante do equipamento. O armazém automático para caixas plásticas conta com uma grande capacidade de estocagem e uma pequena ocupação de superfícies, graças ao sistema modular, que possibilita diferentes configurações de estruturas. Além disso, o sistema de extração automático de caixas desloca o material em movimentos simultâneos – verticais e horizontais – , o que garante uma alta velocidade.

Os varejistas também podem conferir novidades para sua área, entre elas soluções para inventário, por meio da radiofrequência, reposição inteligente, identificação de produtos perecíveis e frescos e check-out com tecnologia RFID. Com o CIT, a GS1 Brasil, organização sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global, espera disseminar o padrão global de identificação de produtos e serviços.

Código de barras com certificação aumenta a integridade das informações

O código de barras permite a captura automática dos dados, facilitando a automação dos processos e tornando-os mais eficientes e confiáveis. Mas, para que isso aconteça, é necessário que sejam adotados os padrões corretos. O GTIN – Número Global de Item Comercial, código mundial usado para identificar os produtos de forma exclusiva – funciona como se cada item tivesse o seu RG.

É esse número que vai representado em forma de barras, que são usadas para a leitura óptica no caixa no momento da venda. Para o correto funcionamento dos códigos de barras, é fundamental uma boa qualidade de impressão e seguir todas as recomendações da GS1 Brasil, a fim de garantir a integridade das informações e a eficiência na captura automática de dados.

O GTIN é um termo “guarda-chuva” para descrever toda a família de identificação das estruturas de dados GS1 para itens comerciais (produtos e serviços). Os GTINs possibilitam o tamanho de 8, 12, 13 ou 14 dígitos e podem ser construídos utilizando qualquer uma das quatro estruturas de numeração dependendo da aplicação.

Os erros mais comuns nos códigos de barras são redução na altura das barras (o chamado truncamento), dimensões abaixo do mínimo estabelecido, alargamento da espessura das barras e uso incorreto de cores. A GS1 Brasil coloca à disposição para os mais de 57 mil associados a verificação de qualidade nos códigos de barras. O serviço é realizado em até sete dias após o recebimento das amostras. Concluída a análise, é enviado um laudo de verificação com os resultados obtidos e as sugestões para a melhoria do código.

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