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Conexão Política Adão Oliveira
adaooliveira@hotmail.com

Conexão Política

Coluna publicada em 16/04/2014

Perda de um amigo e jornalista exemplar

Pedro Maciel

JOÃO MATTOS/JC

O titular desta coluna, o companheiro e amigo Adão Oliveira, morreu ontem. Esse é o tipo de notícia que não gostaríamos de dar, porque o sentimento de perda é duplo – do amigo e do profissional competente. 

O amigo sempre foi prestativo, afetuoso, dispondo de uma palavra ou um gesto de carinho para com todos que o rodeavam. Nunca ouvi de Adão uma queixa sobre algum revés sofrido na vida, uma irritação com algum fato inesperado, uma palavra mais ríspida. 

Ao contrário, em todas as situações, ele sempre procurou ressaltar o lado positivo, as vitórias e conquistas, os momentos felizes. Adão era uma pessoa tranquila, de bom humor e de bem com a vida. Soube viver e contribuiu muito, como exemplo para os amigos e para todos que tiveram o privilégio, de uma forma ou outra, de partilhar de sua trajetória.

Do jornalista, seu lado público, todos sabem o valor. Esta coluna, que ele assinou por tantos anos, e que se tornou um espaço em que se encontravam explicações para tantos fatos políticos, quase sempre controversos, alguns nebulosos e, muitos, nos últimos tempos, infelizmente, degradantes para a imagem de nossa representação nos parlamentos e executivos, foi sempre um bom exemplo de Jornalismo. Mesmo ao abordar esses escândalos, a análise feita por Adão, e apresentada a seus leitores, sempre primou pela serenidade, pela acuidade, pelo profissionalismo com que ele se debruçava sobre o assunto para explicá-lo.

Numa hora como esta, de profunda tristeza, temos, todos os seus amigos, de buscar algum consolo na lembrança dos momentos que tivemos oportunidade de passar juntos, no trabalho, e em outras ocasiões e locais, em que simplesmente se exercitou e se festejou o fato de estarmos juntos e de poder contar histórias e trocar impressões sem nenhum compromisso além deste, o de estarmos juntos. 

Um acontecimento como este, a morte de um amigo e companheiro em tantas lutas - profissionais, políticas e pessoais -, impede qualquer racionalismo, mas quem pode ser racional diante de um fato como este, que mexe tanto com as emoções? A morte, embora inevitável, sempre surpreende quando chega, principalmente quando leva amigos queridos, que gostaríamos que fossem imortais.

COMENTÁRIOS
LEIDY OLIVEIRA DELGADO - 16/04/2014 - 19h20
Ele era meu tio carinhosamente chamado de tio nene, edle guando jovem tinha uma banda os falcões ele era baterista, tenho a foto da epoca se quiserm e só pedir, tio adão hera o irmão mais moço de minha mãe bernardina já morta sentimos muito sua o ocorrido e um sentimento de nunca mais ve-lo a última vez foi a 9 anos na morte de minha mãe.

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