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TELEVISÃO Notícia da edição impressa de 04/04/2014

Game of Thrones: a guerra continua

Luis Felipe Abreu

HBO/DIVULGAÇÃO/JC
Daenerys comanda um exército na quarta temporada de Game of Thrones
Daenerys comanda um exército na quarta temporada de Game of Thrones

Prepare-se, o inverno está chegando. Mas antes disso, quem retorna é a série Game of Thrones, produção da HBO que estreia sua quarta temporada neste domingo, às 22h. NET, GVT, Sky e Oi TV informaram que abrirão o canal para todos os assinantes.

O frenesi se justifica. O programa criado por D.B. Weiss e David Benioff é uma adaptação da série literária As crônicas de gelo e fogo, de George R.R. Martin, e conta a história das relações de poder em Westeros, continente fictício. Peça de entretenimento mais pirateada no mundo nos últimos dois anos, é difícil negar a força de GoT, como é conhecido, na cultura popular.

Este sucesso pode ser explicado de várias formas. Além de se basear em uma franquia já estabelecida, a história traz um gênero - a fantasia medieval - muito popular na última década, devido ao boom de O senhor dos anéis. O jogo dos tronos, porém, tem menos paralelos com o épico de Tolkien do que com House of cards, atração do Netflix sobre os bastidores de Washington. As maquinações que envolvem o trono de ferro dão um tom de suspense político, como se os personagens apenas tivessem trocado os ternos por peles e armaduras.

Esta nova temporada adapta o final do romance A tormenta de espadas, terceiro da série, mas também traz elementos dos dois livros seguintes, O festim dos corvos e A dança dos dragões, cujas tramas se passam em paralelo. A história segue a dinâmica da conspiração, embora a batalha pelo reino esteja (aparentemente) mais calma, quase vencida pelos Lannisters. 

Depois do horrendo episódio do casamento vermelho (nono da temporada anterior), os Stark se encontram mais frágeis do que nunca, mortos ou espalhados pelo continente. A missão de Jon Snow (Kit Harington) entre os selvagens além da Muralha dá errado e, agora, ele está de volta a Westeros, perdido com a dissolução da Patrulha da Noite. Do lado dos Lannisters, Tyrion (Peter Dinklage), personagem favorito do público, se vê em um dilema moral, obrigado pelo pai a se casar com Sansa (Sophie Williams) - o matrimônio também é importante para o futuro do odiado rei Joffrey (Jack Gleeson), pretendente de Margaery Tyrell (Natalie Dormer). O que acaba por convulsionar essa falsa tranquilidade é a chegada de Oberyn Martell (Pedro Pascal), a Víbora Vermelha, príncipe que reclama um assento no conselho real.

Do outro lado do Mar Estreito, Daenerys (Emilia Clarke) fez fama como liberadora de povos, e agora é chefe de um imenso exército de ex-escravos. Com seus dragões crescendo cada vez mais, a Khaleesi está prestes a concretizar sua vingança contra os usurpadores do trono. Já Stannis Baratheon (Stephen Dillane) concentra seus esforços no perigo sobrenatural dos White Walkers, seres que ameaçam invadir o continente.

Além de gerar todo um séquito de fãs, o programa catapultou a carreira de seus astros. Harrington estrelou o épico de ação Pompeia e Dinklage (ganhador do Globo de Ouro em 2012) será o principal vilão de X-Men: Dias de um futuro esquecido, que estreia no País em 22 de maio. Alan Taylor, diretor de seis episódios, comandou Thor: O mundo sombrio e será responsável pelo reboot da franquia Exterminador do futuro – que terá Emilia Clarke como Sarah Connors.

A atração também deu origem a uma infinidade de paródias e memes. Um dos mais populares diz respeito à constante morte de personagens queridos pelos fãs. Martin não tem medo de escrever massacres chocantes, que são filmados com fidelidade (e muito sangue falso). Um exemplo é o já citado casamento vermelho, e a quarta temporada se inicia com outro matrimônio macabro, o casamento púrpura. Benioff brincou em uma entrevista durante o Emmy: “É um problema de espaço. Elenco grande usa muitos trailers, ocupa demais o set. Precisamos nos livrar de uns personagens”.

Para além desta quarta temporada, a HBO assinou contrato com Weiss e Benioff para mais dois anos. Os produtores já afirmaram que sua ideia é contar a história em oito anos, cobrindo toda a narrativa de Martin, que tem cinco livros lançados e dois planejados. O autor, inclusive, comentou o futuro da série recentemente: “Os livros ficam cada vez maiores. Por quantas temporadas é possível sustentar?”. Aos fãs, fica a incógnita.

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