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PROMOÇÃO Notícia da edição impressa de 23/12/2009

Confiança do consumidor cai 2,4% em dezembro

Índice registrou aumento de 17,1% na comparação com o ano passado

A despeito dos claros sinais de recuperação econômica, os consumidores chegaram menos confiantes ao último mês de 2009. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu 2,4% em dezembro ante novembro, o primeiro recuo após nove meses de sinais positivos. Para a coordenadora da pesquisa da entidade, Viviane Seda, fatores como a antecipação de consumo com maior endividamento, além da preocupação com a inflação e o aumento dos juros em 2010, justificam a queda.

Segundo Viviane, apesar do recuo ante o mês anterior, na série com ajuste sazonal, o índice registrou aumento de 17,1% na comparação com dezembro do ano passado. "É um indicador ainda favorável, o nível de confiança ainda é elevado, mesmo com a redução ante novembro", disse. Ela observou que, com os incentivos fiscais, o consumidor antecipou as compras de final de ano e está mais endividado, e a pesquisa agora reflete os efeitos disso.

O índice ficou em 112,3 pontos em dezembro, ante 115,1 pontos em novembro. Quanto mais perto de 200, maior o nível de confiança. "O consumidor se endividou e agora está preocupado em quitar as dívidas", afirmou Viviane. Segundo ela, apesar da queda no ICC no último mês do ano, o Brasil mostrou uma recuperação mais rápida do consumidor, após as fortes turbulências do final do ano passado, do que a Europa, os Estados Unidos e a Argentina.

De acordo com a coordenadora, os consumidores estão preocupados com a perspectiva de alta na inflação e nos juros em 2010. "Esses são fatores muito importantes para os consumidores na sua percepção de futuro e eles estão ouvindo especialistas chamarem atenção para essa perspectiva de aumentos de preços e juros", interpretou.

Segundo a pesquisa da FGV, a estimativa de inflação (IPCA) dos consumidores nos próximos 12 meses subiu de 6,3% em novembro para 6,6% em dezembro. Enquanto 25,1% dos entrevistados acreditavam em aumento dos juros em novembro, esse percentual subiu para 29,5% em dezembro.

Viviane acredita também que, mesmo com a confiança dos consumidores um pouco mais baixa do que no mês passado, o Natal vai ser de boas vendas para o comércio. "A expectativa de consumo de bens duráveis mostra que este Natal deve ser melhor do que em 2008, mesmo que não chegue ainda a ser mais forte do que em 2007", avaliou.

De acordo com a pesquisa, do total de entrevistados em dezembro, 27% pretendiam diminuir as compras de bens duráveis nos próximos meses. Em dezembro de 2009, esse percentual era de 36,1%. A pesquisa foi realizada com base numa amostra de mais de 2 mil domicílios em sete das principais capitais brasileiras.

Megapromoção prevê movimentar R$ 600 milhões no verão

O presidente da FCDL-RS, Vítor Augusto Koch, apresentou à governadora Yeda Crusius, em audiência ontem no Palácio Piratini, a campanha promocional de vendas Verão Premiado, que envolverá mais de 250 municípios gaúchos entre 5 de janeiro e 10 de março. Conforme Koch, a iniciativa movimentará cerca de R$ 600 milhões no comércio do Estado, gerando R$ 120 milhões de ICMS.

A FCDL distribuirá aos lojistas 12 milhões de cupons, por meio dos quais os consumidores concorrerão a mais de 150 prêmios, incluindo automóveis, motos e TVs, entre outros produtos. O objetivo da campanha, que pretende conquistar a adesão de 45 mil empresários do varejo, é impulsionar as vendas.

"Nossa intenção é tornar atrativas as opções das lojas, estimulando as vendas e movimentando toda a cadeia produtiva", diz Koch. A FCDL desenvolve a campanha Verão Premiado em parceria com as CDLs dos municípios.

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