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SANEAMENTO Notícia da edição impressa de 14/03/2014

ETE Serraria começa pré-operação

Capacidade inicial de vazão da tubulação será de 530 litros de dejetos por segundo

Isabella Sander

FEPAM/DIVULGAÇÃO/JC
Flutuadores com GPS irão verificar velocidade e qualidade da água no Guaíba
Flutuadores com GPS irão verificar velocidade e qualidade da água no Guaíba

Depois de um ano do anúncio de finalização das obras na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Serraria, o local começou a funcionar em fase de testes na quarta-feira, em função da autorização da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). Durante quatro meses, a vazão de líquido autorizada será de até 530 litros por segundo, aumentando para mil litros por segundo após esse período. A meta da prefeitura é que a ETE opere com sua capacidade crescendo gradualmente, chegando ao máximo, de quatro mil litros por segundo, até 2028. Enquanto durar a pré-operação, também serão realizados monitoramentos semanais de qualidade da água, quantidade de oxigênio e de coliformes fecais.

O motivo de o aumento da vazão da água ser tão gradual, segundo o engenheiro civil da Fepam Diego Polacchini Carrillo, é a necessidade de checar se as estruturas hidráulicas estão funcionando conforme o projeto. “O funcionamento inicial será de aproximadamente um oitavo da capacidade máxima, porque, no começo da operação de uma estação, ela não tem a eficiência prevista no projeto. É como um carro: precisamos amaciá-lo primeiro e começar a usá-lo gradualmente, para que atinja a eficiência projetada. Os quatro mil litros são um horizonte para daqui a 15, 20 anos”, explica.

O órgão de controle ambiental também solicitou ao Ministério Público do Estado (MP-RS) monitoramento semanal da qualidade da água do Guaíba, onde o esgoto tratado é despejado, que vem sendo realizado há um mês. Flutuadores com GPS foram colocados no lago para verificar a velocidade da corrente e a qualidade da água.

A razão da demora entre o término da obra e o início da operação se deu em virtude de um impasse entre o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) e a Fepam, envolvendo o comprimento da tubulação da ETE Serraria. As discussões só foram solucionadas após a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre os dois órgãos em dezembro, permitindo o início das operações do Programa Integrado Socioambiental (Pisa). 

As divergências eram relacionadas ao comprimento da tubulação, prevista em 2002 para ter 4,5km – tamanho que propiciou a primeira licença do órgão ambiental. Com o desenvolvimento do projeto, o comprimento foi reduzido para 2,6km, o que foi novamente autorizado pela Fepam. Entretanto, o Dmae, ao aprimorar a obra, implantou apenas 1,6km, optando por um tratamento mais rigoroso do esgoto na ponta do emissário (tratamento terciário). O projeto licenciado previa apenas o nível secundário de limpeza.

De dezembro até março, o departamento realizou ajustes solicitados pela Fepam no TAC, como a criação de um sistema de desinfecção do esgoto tratado. “Essa e outras obras ficaram faltando e só foram implantadas no final de fevereiro. Isso mostra que o atraso não ocorreu só em função do impasse. A Fepam foi vista como bode expiatório, mas ainda havia coisas que o Dmae precisava fazer”, justifica Carrillo.

O diretor-geral do Dmae, Flávio Presser, alega que foi estipulada uma série de condicionantes para fazer a operação que não existiam antes e que, por esse motivo, havia obras por fazer. “Em janeiro e fevereiro, nos preparamos, contratamos especialistas, e fizemos isso de uma forma muito ágil, para começar a trabalhar logo. A Fepam não tinha algumas informações sobre o Guaíba, o que prejudicou o diálogo. Mas todos nós temos interesse em que não haja nenhum dano ambiental. Só não se pode tratar essa obra vendo apenas os defeitos. Qualquer tratamento já é melhor do que nenhum, por isso tínhamos pressa em dar início às operações”, pondera Presser. Com a ETE Serraria funcionando a pleno, 80% do esgoto da Capital será tratado. 

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