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COPA 2014 Notícia da edição impressa de 19/02/2014

Estrutura temporária da Copa pode ter incentivos

Solução para o impasse é prometida até a conclusão da agenda da visita da presidente Dilma Rousseff amanhã em Porto Alegre

Patrícia Comunello

FREDY VIEIRA/JC
Jérôme Valcke visitou ontem o Beira-Rio
Jérôme Valcke visitou ontem o Beira-Rio

O Estado deve enviar à Assembleia Legislativa (AL) projeto de lei prevendo incentivos fiscais para empresas que fornecerem os equipamentos da chamada estrutura temporária a ser montada no Estádio Beira-Rio durante a Copa do Mundo de 2014. O modelo pode seguir o Programa de Incentivo ao Esporte (Pró-Esportes), criado em 2012. Os projetos de reforma do Beira-Rio (palco de cinco jogos do Mundial) e construção da Arena Tricolor (mesmo fora do evento) também tiveram incentivos fiscais. A promessa é de solução até a conclusão da agenda da presidente Dilma Rousseff, amanhã, em Porto Alegre. A Fifa avisou em Florianópolis, ontem, que a responsabilidade é do dono do estádio (Internacional) e da cidade-sede, Porto Alegre.  

Ontem, uma comitiva com integrantes do governo estadual, prefeitura e o Comitê Organizador Local (COL) do Mundial, que faz a interlocução com a Federação Internacional de Futebol (Fifa), reuniu-se com a Mesa Diretora para propor a formatação de uma solução conjunta para resolver o impasse sobre o custeio das exigências. O clube afirma que não é o responsável pela estrutura, avaliada entre R$ 20 milhões e R$ 30 milhões. Governo e prefeitura adotam o discurso da saída partilhada. As estruturas temporárias incluem contêineres, tendas, geradores de energia, equipamentos de tecnologia da informação, máquinas de raio X, zonas de hospitalidade e um centro de mídia.

O vice-governador, Beto Grill, foi ao Legislativo com a intenção de construir uma saída partilhada. “Estamos construindo uma proposta conjunta com a prefeitura e a Assembleia Legislativa para a realização de uma grande Copa do Mundo”, explicou Grill, por meio de nota no site do governo gaúcho. O presidente da AL, Gilmar Sossella (PSB), informou que a comitiva não entregou nenhuma proposta e que foi aberto espaço para que as autoridades conversassem com os integrantes da Mesa Diretora e Colégio de Líderes. A intenção era envolver os parlamentares na formulação do projeto, mas tudo indica que a proposição terá de partir do Estado.

Antes da investida na AL, autoridades acompanharam no começo da manhã o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, em uma visita ao Beira-Rio. Valcke cogitou cancelar a agenda. O executivo limitou-se a elogiar o local. “Está incrível”, pronunciou o secretário-geral, apesar dos pedidos de jornalistas para falar do impasse das estruturas. O presidente do Internacional, Giovanni Luigi, evitou a imprensa, mas acabou falando com o Jornal do Comércio. Para minimizar a cobrança sobre a solução do custeio das estruturas, Luigi lembrou que Valcke havia elogiado o estádio.

“A negociação é com os governos, não é com a gente”, avisou o dirigente. “O Inter não tem como resolver. O Inter não assinou, não tem nada assinado”, garantiu Luigi. “O Inter resolveu o que tinha de resolver, fez o estádio e vocês sabem como eu sofri.” Questionado se mantinha a declaração de que a Copa em Porto Alegre estava em risco, dada ao emergir a polêmica dos gastos com a estrutura de apoio, Luigi mudou o discurso e declarou que “vai sair aqui”. “Quer saber? Vai ser resolvido. Vai ser hoje (terça-feira)“, referindo-se à busca de um caminho para o custeio da conta. Apostando na composição com a Assembleia, Luigi não acertou no prazo. Agora, a expectativa se volta para amanhã, com a presença de Dilma na entrega do estádio.

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