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CONSUMO Notícia da edição impressa de 06/02/2014

Feira do material escolar de Porto Alegre é cancelada

Smic alega que não houve empresas interessadas em sua promoção

Fernando Soares

ANTONIO PAZ/JC
Mudança para o Pop Center pode ter contribuído para desistências de organizadores do evento
Mudança para o Pop Center pode ter contribuído para desistências de organizadores do evento

A tradicional feira do material escolar de Porto Alegre, realizada nas semanas anteriores da volta às aulas, não ocorrerá em 2014. O evento, que chegaria à sua 24ª edição, ocorreria de 7 de fevereiro a 18 de março nas dependências do Pop Center, também conhecido como camelódromo. A falta de empresas interessadas em organizar a feira é a principal alegação da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) para o cancelamento.

Na edição anterior, a iniciativa havia movimentado R$ 1,8 milhão em vendas. Notabilizada por oferecer descontos atrativos e beneficiar, principalmente, o público de baixa renda, a feira estava sendo conduzida no Mercado Público nos últimos anos. Como o local ainda passa por reformas, em função do incêndio ocorrido em 2013, seria deslocada para o Pop Center. A mudança pode ter sido um dos motivos para o desinteresse de potenciais organizadores, segundo o secretário-adjunto da Smic, José Peres. “Fizemos todo o processo licitatório por meio de pregão eletrônico, e a disputa ficou deserta. Não apareceu nenhuma empresa interessada”, diz.

O dirigente afirma que foi feita uma nova tentativa na busca por um parceiro na segunda-feira, através da realização de um contrato emergencial. Novamente, nenhuma organização manifestou vontade de assumir a tarefa. “Depois, ficamos sabendo que poderia aparecer uma empresa. Mas eles alegaram (para não participarem) o deslocamento da sede da feira e também a questão da falta de transporte, com a greve dos rodoviários”, complementa Peres.

A decisão causou surpresa à administração do Pop Center. “Não sei nem o que dizer, os lojistas estavam todos alegres, esperando pela feira. É uma pena que tenha sido cancelada, é muito triste”, lamenta a diretora do empreendimento, Elaine Deboni. A expectativa era de que 20 mil pessoas frequentassem a feira por dia, contingente que se somaria as 30 mil pessoas que vão ao centro de compras diariamente. O aumento de fluxo proporcionado pela feira era visto como uma oportunidade para alavancar as vendas dos lojistas. Além disso, o estabelecimento vai deixar de receber uma quantia pelo aluguel do ambiente.

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