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Indústria 04/11/2013 - 14h40min

País produzirá mais aço em 2014, prevê Instituto

A produção de aço no Brasil deverá retomar a trajetória de crescimento em 2014, disse, nesta segunda-feira (4) o presidente executivo do Instituto Aço Brasil (IABr), Marco Polo de Mello Lopes. De janeiro a setembro deste ano, a produção do produto apresentou leve queda, de 0,6%.

Segundo o executivo, depois de um ano ruim em relação à produção de aço, as eleições, programas de utilização de conteúdo nacional e renovação de frota de veículos devem estimular o aumento da produção. Mello Lopes disse que a solução para as siderúrgicas está no mercado interno e por isso o País precisa se proteger da importação predatória.

Hoje a ociosidade da indústria siderúrgica mundial chega a 600 milhões de toneladas. No Brasil, o presidente do IABr disse que a utilização da capacidade está em 70%. No início do segundo semestre o Instituto cortou sua expectativa de crescimento na produção de aço bruto para este ano, de alta de 5,8% para um volume praticamente estável em relação a 2012, em aproximadamente 34,5 milhões de toneladas.

A produção de aço no Brasil deverá retomar a trajetória de crescimento em 2014, disse, nesta segunda-feira o presidente executivo do Instituto Aço Brasil (IABr), Marco Polo de Mello Lopes. De janeiro a setembro deste ano, a produção do produto apresentou leve queda, de 0,6%.

Segundo o executivo, depois de um ano ruim em relação à produção de aço, as eleições, programas de utilização de conteúdo nacional e renovação de frota de veículos devem estimular o aumento da produção. Mello Lopes disse que a solução para as siderúrgicas está no mercado interno e por isso o País precisa se proteger da importação predatória.

Hoje a ociosidade da indústria siderúrgica mundial chega a 600 milhões de toneladas. No Brasil, o presidente do IABr disse que a utilização da capacidade está em 70%. No início do segundo semestre o Instituto cortou sua expectativa de crescimento na produção de aço bruto para este ano, de alta de 5,8% para um volume praticamente estável em relação a 2012, em aproximadamente 34,5 milhões de toneladas.

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