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televisão Notícia da edição impressa de 28/03/2013

Recomeça o inverno

Arthur Nonnig e Adriano Pinzon Garcia

HBO/DIVULGAÇÃO/JC
Tyrion Lannister é um dos principais personagens de Game of Thrones
Tyrion Lannister é um dos principais personagens de Game of Thrones

Depois de duas temporadas de sucesso, o canal HBO estreia neste domingo, às 22h, a terceira temporada da série Game of Thrones, um épico que vai muito além da luta entre heróis e vilões. Assim como na exibição passada, o Brasil tem estreia simultânea com os Estados Unidos, o que dá indícios de que a série dos produtores David Benioff e D.B. Weiss, inspirada nos livros de George R. R. Martin, fisgou os olhares brasileiros.

O criador deste universo, Martin, escreveu As crônicas de gelo e fogo -  nome original da saga -, após ouvir “não” para vários pilotos de séries propostos por ele na década de 1980, todos considerados caros demais. Na época, ele já tinha uma carreira estabelecida de autor na TV americana, como roteirista das séries Twilight zone e Beauty and the beast, mas queria ter um programa próprio. Cansado da rejeição, voltou-se para a literatura, ramo em que não precisava se preocupar com nenhuma limitação de orçamento. Começou a escrever em 1991 o épico com cenas de batalhas, locações e cenários mais fantasiosos que pôde imaginar. Ironicamente, Game of Thrones foi criado para ser um livro “infilmável”, mas se tornou a série que Martin tanto queria.

No entanto, segundo o professor de roteiro e direção no curso de Realização Audiovisual da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos) Fernando Mantelli, a ideia de um livro “infilmável” é utópica. “Na minha visão, não existe obra inadaptável, um exemplo simples é o Senhor dos Anéis, que é gigantesco. Mas houve uma adaptação, primeiro em animação e depois ainda foram feitos mais três filmes enormes”, argumenta. Para o professor e cineasta, a maior dificuldade na adaptação de um texto literário para o audiovisual não está no tamanho ou em sua magnitude. “As obras mais difíceis de adaptar não são essas megalômanas, mas aquelas em que o conteúdo está muito relacionado com a forma da escrita”, explica. Um exemplo clássico, segundo Mantelli, é Ulysses, de James Joyce. “Nesta narrativa, cada frase é uma imagem literária. Isso, sim, é difícil de adaptar”, opina.

O que o Martin considerava inadaptável para o audiovisual na década de 1990 ganhou vida na HBO graças ao avanço da tecnologia cinematográfica. Com um investimento de US$ 60 milhões por temporada, a série conseguiu recriar paisagens, batalhas e trajes de época com perfeição. O trabalho rendeu à produção diversos prêmios Emmy (direção de arte, figurino, maquiagem, edição de som, mixagem de som e efeitos especiais). O investimento para levar a criação de Martin às telas é tanto que o continente ficcional de Westeros tem como cenário cinco países: Irlanda do Norte, Malta, Islândia, Croácia e Marrocos. Tamanha grandiosidade, tanto estética quanto interpretativa, compensa cada segundo em que o espectador fica em frente à tela.

Nesta nova temporada, a batalha pelo trono de ferro (ainda ocupado pelo tirano adolescente Joffrey Baratheon) entre as famílias que dominam os Sete Reinos de Westeros continua turbulenta. Na espera de um inverno longo e rigoroso, a família Lannister mantém o domínio de King’s Landing após rejeitar o exército de Stannis Baratheon (irmão do falecido rei Robert). Robb Stark - rei do Norte - ainda controla grande parte do Sul sem ter perdido nenhuma batalha.

Mas o horizonte guarda surpresas. No Norte, Mance Rayder (novo personagem, interpretado por Ciarán Hinds) reuniu os bárbaros e criou o maior exército já visto em Westeros. Eles pretendem marchar rumo ao Sul e escalar a Muralha, e só existe a patrulha da noite entre eles e os Sete Reinos. A maior expectativa pela trama envolve Daenerys Targaryen e seus três dragões, já adultos, que partem em direção à baía Slaver em busca de barcos e aliados para reconquistar seu lar. Ou seja, o inverno promete ser agitado.

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