Quatro empresários gaúchos, reunidos na Shanghai Trends, vão inaugurar dia 12 de setembro o café bistrô Papagallis do projeto Brazilian Gate no Xintiandi, bairro nobre de Xangai, com a presença do novo cônsul brasileiro da cidade, que toma posse dois dias antes. Dois dos empresários moram em Xangai há mais tempo, Janjão Freire e Tânia Caleffi, e dois em Porto Alegre, Sérgio Madalozzo e Luís Felipe Tavares. O Papagallis vai vender, entre outros, os produtos da Shanghai Trends, que distribui, com exclusividade, ao mercado chinês Valduga (vinhos e espumantes), Aurora (suco de uva), Dado Bier (cervejas), Versant (água mineral) e Weber Haus (cachaças).
O mote da Olimpíada
Como os chineses são muito ligados a Jogos Olímpicos (continuam liderando as medalhas em Londres), esta é uma época boa para vender produtos brasileiros aos chineses, porque até 2016 eles vão ouvir falar muito das Olimpíadas do Rio de Janeiro, segundo um dos sócios do Brazilian Gates, Luís Felipe Tavares.
Comprar na Argentina
Presidente da Fiesp, Paulo Scaf, é contra qualquer radicalização no comércio com a Argentina. Primeiro - disse ao Jornal Gente da Bandrs -, porque ela sempre vai ser nossa vizinha, não muda de lugar. E segundo, porque o Brasil teve, em 2011, um superávit de US$ 5,8 bilhões. Ele sugere que as empresas comprem mais na Argentina o que adquirem hoje de outros países.
Projeto do Olímpico
Moradores próximos à área do Estádio Olímpico respiraram aliviados com o Estudo de Viabilidade Urbanística aprovado pelo Conselho do Plano Diretor para sua futura ocupação. Como ela foi considerada especial, a ideia que passou seria de que a ocupação ultrapassaria todos os índices construtivos. O projeto prevê uma praça de 11,2 mil metros, mais de um hectare de terra. Ainda bem.
Remédios para animais
A farmácia Vida Animal é uma das pioneiras em manipular fórmulas para animais. Para tanto, cumpre com o decreto que regulariza o funcionamento das farmácias de manipulação exclusivas na área veterinária, atendendo, assim, requisito indispensável para manipular, fracionar e comercializar remédios de uso veterinário.
A tributação burra do feijão
O Rio Grande do Sul já plantou 225 mil hectares de feijão. Hoje planta 98 mil, destinados apenas ao mercado gaúcho. Saímos do mercado nacional. Por quê? Por várias razões. Mas, segundo a Farsul, o mais importante é a diferença tributária. Hoje a alíquota de operações interestaduais do ICMS de feijão no Estado é de 7%. Para chegar a São Paulo, ele passa por Santa Catarina e Paraná, que cobram 1%. Quer dizer, além do custo a mais da logística, há o do imposto. Simplificando: o governo gaúcho (o atual herdou o problema) prefere receber 7% sobre zero do que 1% sobre alguma coisa. A Farsul entregou um documento ao governo estadual com vários pleitos tributários parecidos. Por enquanto sem resposta.