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11/11/2012 - 19h23min

Feira encerra com aprovação da maioria

Deborah Cattani

Marcos Nagelstein/JC
Só no sábado (10), 90 mil pessoas visitaram a Feira do Livro
Só no sábado (10), 90 mil pessoas visitaram a Feira do Livro

Este domingo (11), encerra-se a 58ª Feira do Livro de Porto Alegre. A edição deste ano contou com mudanças essenciais para o evento, como a reforma da praça da Alfândega e a mudança na presidência da Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL). Com dois dias a menos que 2011 e muito calor, o parecer do público e dos livreiros foi positivo.

Ainda sem o balanço oficial de vendas, que sai na terça-feira (13), Osvaldo Santucci Júnior, presidente da CRL, afirmou que, no geral, o evento foi produtivo. “Eu acho que conseguimos atingir nosso objetivo. O intuito da Câmara é esse, trazer novos leitores e levar literatura o mais longe possível”, declarou.

Santucci acredita que os números serão menores na comparação com o ano anterior. “Estamos andando muito próximos do balanço de 2011, em relação ao décimo sétimo dia, e lá nós tivemos 19. Eu espero chegar, pelo menos, no volume total equivalente ao de 2011”, revela.

Sobre a presidência, ele alegou que não pretende ter um segundo mandato. “Eu não gostaria de continuar pelo seguinte, eu quero dar oportunidade aos outros associados assumirem para adiquirir o conhecimento da Feira do Livro”, explica. 

Na boca do povo, muitos elogios com relação à praça e a disposição atual das barracas. Um pedido se repetiu entre os visitantes: “Mais uma semana! A Feira é muito curta, mal temos tempo de curtir tudo que ela oferece”, reclamou Lissandra Almeida, que é publicitária. 

Pela primeira vez na Feira do Livro, a peruana Vanessa Basurco ficou impressionada com a variedade. “É interessante, tem muitos livros de todos os tipos, de todas as ciências, pode-se encontrar coisas de matemática, como romances ou literatura infantil”, esclarece ela, que é mestranda intercambista da Ufrgs.

O olhar dos livreiros

No sábado (10), penúltimo dia de Feira, e um dos mais quentes, a Brigada Militar registrou 90 mil passantes. O movimento maior se concentrou no mês de novembro. “Podíamos ter vendido mais, talvez pelas datas em que começou e vai terminar. Mas aí ia ficar muito longa e o pessoal ia sentir o cansaço”, explica Cristina G. Santucci, que é livreira e esposa do presidente da CRL.

A expectativa dos livreiros foi mediana, conforme Cristina. “Pelas minhas contas, será igual ao ano passado. Nada mudou. Com os dias a menos, eu acho que na média vai ficar igual”, revela. No entanto, Cristina não mudaria nada: “Todo o ano a gente espera as mesmas coisas. Não tem o que mudar, já tradicional, já é conhecida, já é divulgada internacionalmente.”

Silvio Edmundo de Santos Júnior, funcionário público, que esteve na praça neste domingo, discorda. “A Feira está crescendo cada vez mais, estão colocando essas bancas de Tribunal e Assembleia, parece até um acampamento farroupilha”, expõe. Ele não é o único a ver problemas na infraestrutura.  Bolivar Gomes de Almeida, vendedor da Livraria Calle Corrientes não aprovou as mudanças na ala internacional.

“No nosso caso, nos mudaram de lugar, para uma quadra mais próxima da praça. No local anterior, não havia essa cobertura, nem esse piso. Eu até preferia lá, porque tinha um espaço mais amplo com bancos, onde as pessoas podiam sentar e apreciar a leitura”, ilustrou. 

“Dava mais um aspecto de praça. Aqui, me parece um shopping e está muito quente”, complementou o vendedor. Mesmo desaprovando a mudança, Bolivar crê que estão vendendo mais, principalmente por a livraria ter um público cativo.

Na ala infantil, Carla Fabiana Carvalho de Lima, do estande Livros de Negócios Kids, gostou da sua primeira experiência com o evento. “Eu achei tranquilo. No início foi muito fraco. Depois do dia 30 de outubro, começamos a vender bem. Poucas escolas, eu achei”, disse.

Sharlene Silveira dos Santos, livreira da Federação Espírita do Rio Grande do Sul (Fergs), concordou com Carla. “O que faltou muito foi uma chuvinha que esse calor nos deixa muito indispostas”, brincou.

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