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10/11/2012 - 17h29min

Jornalista lança obra sobre Teatro Sete de Abril

Deborah Cattani

Marcos Nagelstein/JC
Klécio Santos autografa hoje, na praça da Alfândega
Klécio Santos autografa hoje, na praça da Alfândega

Nascido em 1968, um ano marcante, Klécio Santos é conhecido na editoria de política e renomado por sua trajetória profissional. Há 14 anos morando em Brasília e investindo neste tipo de cobertura, Klécio não é apenas um repórter de redação. 

Há um ano atrás, ele decidiu deixar o jornalismo em segundo plano, para perseguir uma paixão antiga: escrever um livro cultural. O objeto de estudo não podia ser outro, o Teatro Sete de Abril, em Pelotas, onde ele iniciou a carreira. Sete de Abril – O teatro do imperador se concretizou e será lançado neste sábado (10), às 19h, na praça de autógrafos da 58º Feira do Livro de Porto Alegre.

O projeto não foi a toa, Klécio é especialista em patrimônio cultural pelo Instituto de Letras e Artes da Ufpel. Além disso, ele chegou a escrever, por um tempo, colunas de cinema. “Eu gostei muito, porque foi uma forma de escapar e me transportar para o século XIX, aquela época dos saraus, de grandes espetáculos”, comenta.

O Sete de Abril foi inaugurado em 1831, sendo o mais antigo do Rio Grande do Sul. O local em questão não é o inicial, pois o teatro teve duas casas. A primeira, durou até 1833 e hoje é um armazém no centro de Pelotas. A segunda, abriga o teatro até os dias atuais, apesar de estar fechado desde 2010, por problemas na infraestrutura. 

“Fui tentar resgatar um mito que estava esquecido. A publicação daria uma enciclopédia, tamanho o volume que eu encontrei de informações. Eu tive que fazer uma seleção”, explica Klécio. Ele diz que a importância do lugar foi posta de lado, principalmente pelo seu sucateamento. Essa é uma das razões que motivaram o jornalista a investir na pesquisa. “O teatro não tinha um livro que representasse seus 180 anos, apenas duas obras mais curtas e bem compiladas”, aponta.

A produção da obra não foi tarefa fácil, explica o escritor. Foi feito todo um resgate cronológico que começa desde a fundação. “Na época de pujança do ciclo do charque, aquela economia que transformou Pelotas na cidade mais importante do Estado e impulsionou a construção do teatro”, conta. Klécio revela que o nome do local foi uma homenagem a Dom Pedro II, trata-se do dia em que este herdou o trono de seu pai, Dom Pedro I.

O resgate ilustra uma obra iconograficamente diferenciada e um conteúdo saudosista. “A ideia era a gente tentar fazer com que o leitor também viajasse nesse tempo, por isso coletei as notícias dos primeiros bailes de carnaval, que começam 1849, além de ilustrações de Dom Pedro II de bombachas”, lembra Klécio. 

O texto possui linguagem jornalística, pois como esclarece o autor: “Facilita a compreensão da história. Isso que eu acho bacana, não é um livro acadêmico, é uma obra narrada por um jornalista.” O livro serviu também de incentivo para que as pessoas pressionassem pela reabertura do Sete de Abril. Eduardo Leite, prefeito de Pelotas, anunciou recentemente uma verba que será usada na restauração do mesmo.

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