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08/11/2012 - 16h51min

Policiamento na Feira do Livro é reforçado com reforma da praça

Deborah Cattani

João Mattos/JC
Este ano, policiamento foi reforçado para cobrir a Feira do Livro
Este ano, policiamento foi reforçado para cobrir a Feira do Livro

Todos os anos a segurança na Praça da Alfândega é tema de debate quando começa a Feira do Livro. Este ano não poderia ser diferente, principalmente porque o entorno sofreu reformas e modificações essenciais para a melhoria do policiamento.

No entanto, ainda há pessoas que reclamam da criminalidade e da falta de oficiais nas ruas. É o caso de Ivania da Silva Camargo, telefonista que trabalha na região da Praça da Alfândega , que disse que já foi assaltada em outros anos. “Acho que o número de policiais nas ruas ainda é pequeno. Durante a tarde é tranquilo, mas, ao anoitecer, fica difícil andar por aqui, principalmente na minha condição”, declara ela, que tem visão parcial. 

Euclides Maria da Silva Neto, capitão comandante da 1ª Companhia do 9º Batalhão da Polícia Militar (BPM) e responsável pela segurança pública do evento, diz que este ano o policiamento foi reforçado. “Nessas ocasiões, agimos na modalidade de patrulhamento, dando preferência a pontos de referência, para evitar o efeito surpresa. Também contamos com apoio irrestrito do cercamento eletrônico, para atuar preventiva e repressivamente contra toda sorte de delitos”, afirma.

São 15 câmeras posicionada estrategicamente no entorno da praça. Além disso, há apoio da 1ª e 5ª companhia de Pelotão de Operações Especiais e da ronda ostensiva de motocicleta. Foi montado ainda um posto avançado na rua Capitão Montanha, próximo ao edifício do Banrisul, que funciona 24 horas. “Nesta base, contamos com o monitoramento digital, bem como o mapa de emprego do efetivo”, explica Silva Neto. O capitão aponta que, com as mudança promovida na circulação da Feira, os estandes ficaram mais organizados e o trabalho policial foi favorecido.

Os oficiais ficam distribuídos pelo evento. “Trabalhamos basicamente ação de presença, que dá à comunidade a sensação de segurança, pela certeza de cobertura policial-militar”, elucida. Há até policiais à paisana, sem farda, para suporte e prevenção.

O resultado é que a Brigada contabiliza apenas um registro de ocorrência este ano. “Foi um caso de estelionato, um rapaz pediu para trocar dinheiro numa banca e, antes de alcançar a sua nota de R$ 50, ele saiu com o dinheiro do livreiro”, explica. Na 57ª Feira do Livro, no ano passado, foram registrados quatro casos de roubo e duas de lesão corporal.

Para Marco Antônio P. Lima, vendedor da Livraria Francesa, na ala internacional, as mudanças no policiamento estão visíveis. Ele afirma que se sente mais seguro agora do que nas edições anteriores. “Acho que o aumento se deu porque tem muitos autores e personalidades aí, andando pela Feira”, pondera. 

Em caso de assalto, como proceder

Apesar de não ter ocorrido nenhum delito grave, Silva Neto ressalta que é importante se manter atento, pois os próximos dias devem ser de maior movimento. Para isso, ele sustenta que existem alguns procedimentos que se pode seguir, como: pagar com cheque ou cartão, evitando carregar muito dinheiro; manter-se longe de aglomerações; não ostentar a carteira em público; manter bolsas e sacolas à frente do corpo; e deixar uma das mãos livres. “Em caso de furto ou assalto, a pessoa pode levar ao conhecimento da base alocada na Feira ou entrar em contato com qualquer policial militar em serviço no local”, explica.

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