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04/11/2012 - 20h38min

André Vianco fala sobre sua carreira

Deborah Cattani

André Vianco/Divulgação/JC
Autor fala de sua carreira, sua vida e a literatura fantástica
Autor fala de sua carreira, sua vida e a literatura fantástica

Amante de Vitor Hugo, Henry James, quadrinhos e cinema de terror, André Vianco compareceu nessa 58ª Feira do Livro de Porto Alegre para um bate-papo sobre literatura fantástica. Junto de Duda Falcão e Giulia Moon, ele abordou o gênero do qual é autor, na sala dos Jacarandás, no Memorial do Rio Grande do Sul, às 17h30min deste domingo (4).

Vianco começou a escrever cedo. Aos 16 anos já trabalhava para a rádio Jovem Pan, em São Paulo, criando textos de humor. Mais tarde, se dedicou a programação jornalística. “Foi assim que acabei pegando o gosto, eu sempre adorei lidar com a palavra e me dava bem com isso”, revela o autor.

Apesar da passagem pelo jornalismo, Vianco se interessou pela escrita fantástica. “Comecei a inventar meus próprios contos, que tinham esse pendão para a fantasia e para o terror, porque era o tipo de produto que eu mais consumia”, descreve. Ainda adolescente escreveu sua primeira narrativa ficcional. “Era sobre um rapaz que ficava preso entre a vida e a morte, em um mundo inesperado, uma configuração maluca”, diz. Segundo Vianco, foi desse exercício que ele adquiriu maturidade para ir adiante.

O primeiro romance, O senhor da chuva, não emplacou na época. Em 1999, ele tentou mais uma vez, com a obra O sete, uma compilação sobre vampiros. Cansado das editoras, Vianco produziu mil cópias de forma independente. A publicação foi um sucesso de vendas. Dois anos mais tarde, a editora Novo Século se interessou pelo trabalho e fez um relançamento.

O autor explica que não esperava o alcance que teve: “Não imaginava que eu fosse ficar famoso, a única coisa que eu tinha em mente era escrever, contar minhas histórias e viver disso. Não imaginava feiras, não sabia como funcionava isso e, de repente, comecei a ser convidado para vários eventos de literatura.”

Surpreso com a reação do público, ele esclarece que sua relação com os leitores é excelente. “São mais do que só leitores. Eu sabia que haveria leitores, é preciso ter leitores para se viver disso, mas que eles seriam fãs? Não”, ele expõe. Vianco é carismático e conversa com todos que se aproximam dele.

Sobre seus hábitos, ele conta que sempre foi um bom leitor e isso ajudou muito. “As primeiras memórias que eu tenho são de Monteiro Lobato e Ziraldo. Em seguida, passei para a literatura estrangeira, onde tive grandes mestres do meu estilo”, ele revela. No entanto, Vianco não foi fã do gênero a vida toda: “Curiosamente, eu nunca fui um bom consumidor de terror e horror. Eu tinha contato com isso mais pelo cinema e pelos quadrinhos, do que pela literatura propriamente dita.”

Questionado sobre sua relação com os jovens e o uso desse gênero na educação, ele declara que é essencial. “Como dizem alguns acadêmicos, é uma leitura descomprometida, ou seja, é realmente mais leve. Então, ela chega mais fácil para os adolescentes”, sustenta. Ele esclarece que a leitura é necessária, pois dá acesso. “Depois que você começa ler, você não vai ler só isso ou aquilo, você se transforma num leitor e um leitor lê de tudo”, diz.

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