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Notícia da edição impressa de 31/10/2012

Airton Ortiz, de mochila nas costas

Ricardo Rodrigues

MARCOS NAGELSTEIN/JC
Airton Ortiz relata viagens cheias de aventura em Gringo, sua obra mais recente
Airton Ortiz relata viagens cheias de aventura em Gringo, sua obra mais recente

O jornalista, escritor e fotógrafo Airton Ortiz possui uma grande bagagem quando o assunto é viagem, principalmente dessas que basta uma mochila nas costas para cair na estrada. A série de lugares que visitou ao longo da vida acabou se incorporando ao seu trabalho de repórter, o que o tornou pioneiro no chamado jornalismo de aventura. Desde então, já foram 15 livros lançados, e no mais recente, Gringo (com sessão de autógrafos na próxima sexta, às 18h) Ortiz retrata as experiências de um homem pela América Latina e os ensinamentos que aprendeu ao longo do percurso.

No romance, o personagem central, conforme conta Ortiz, “é um homem imaturo, um pouco alienado, representante da classe média brasileira cujo sonho de vida é conseguir emprego público para ter estabilidade e aposentadoria integral”, disse. A viagem que ele embarca, com mochila nas costas, permite uma série de transformações “que só a troca com outras culturas possibilita”, ressalta.

Após colocar no papel o roteiro que o personagem percorreu, Ortiz pegou novamente a mochila e refez a viagem conforme foi descrita no livro. “A obra é um somatório das minhas experiências, mas quis fazê-la conforme o personagem, que me possibilitou atualizar diversas informações sobre as cidades descritas”, revela. O lado negativo, “se é que podemos chamar de negativo”, está nas questões acerca da ausência do conforto.

No dia dedicado ao tema viagem na Feira do Livro, o autor destaca os pontos positivos e negativos de um roteiro feito nesses moldes. Segundo ele, paga-se muito pouco por valorizar opções mais acessíveis de hospedagem e transporte. “Quanto menos se gastar em uma viagem, mais próximos estaremos de uma cultura local”, conta. Gringo, conforme explica, faz alusão às expressões que foram coletadas nas trocas com cada pessoa que encontrou no caminho. “Gringo é um não nativo, diferente da visão que a gente tem. É interessante trazer essas expressões para cá”, falou. Por isso, conforme ele finaliza, “vamos todos mochilar”.

Dicas do mochileiro Airton Ortiz

  • Bom-humor - quem não tiver nem pode pensar em uma viagem assim, porque muitas coisas imprevistas irão acontecer no caminho.
  • Receptividade - o viajante vai encontrar tudo de mais diferente que pode imaginar, vai sair da sua zona de conforto.
  • Adaptação - não ficar preso ao seu roteiro, permitir incluir novas possibilidades no decorrer da viagem.
  • Dormir pouco - muito sono é coisa para deixar em casa.
  • Experimentar a culinária local - bife e batata frita é coisa para fazer também em casa.
  • Interagir com as pessoas locais - não importa a barreira do idioma, eles também terão dificuldades.

Para se aventurar pelas estradas


Marina Sanini da Rosa sonha em conhecer os castelos da Europa. MARCOS NAGELSTEIN/JC

O público presente na Feira do Livro tem seus objetivos turísticos muito bem definidos. Alguns pensam em destinos tradicionais, outros preferem lugares exóticos e fora do eixo comercial, mas uma coisa é certa: a viagem é uma vontade em comum. A aposentada Stelamari Mignoni, que percorria as barracas da feira, tem o seu sonho bem definido. “Quero muito conhecer a França, porque minha avó é de origem francesa, além de sentir afeição por esse lugar desde sempre”, falou. Ao ser questionada sobre a possibilidade de viajar como mochileira, foi taxativa: “Jamais, é uma aventura muito louca”, disse.

Já para a estudante de odontologia Marina Sanini da Rosa, “os castelos da Europa seriam a escolha perfeita, por causa da Idade Média. Meu pai, que viaja bastante e palestrou na feira, o Julio Ricardo da Rosa, também me influenciou. Se eu faria uma viagem como mochileira? Com certeza, tem tudo a ver comigo”, conta.

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