Coletiva.net comemora seus 18 anos no mercado

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DIVULGAÇÃO/COLETIVA.NET

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Em comemoração à maioridade da Coletiva.net, entrevistamos Marcia Christofoli, proprietária da empresa. Confira!

1 – A Coletiva.net finalmente chegou à maioridade! Depois de tanto tempo de mercado, quais são os novos planos da empresa?

Desde que assumimos o portal, tínhamos dois compromissos com os fundadores: manter a qualidade e a credibilidade conquistadas em quase duas décadas e trazer inovações. A primeira fazemos diariamente. A segunda envolve, principalmente, dois públicos: interior e universitários. Ambos deverão ter cada vez mais espaço, com editorias exclusivas, ações específicas e projetos pensados e executados em conjunto com agentes destes dois cenários. A ideia é expandir a atuação e também a base de assinantes.

2 – Qual a relevância para a sociedade de se ter um veículo que dialoga diretamente com o mercado?

O Coletiva.net dialoga com o mercado da Comunicação há 18 anos e faz isso com maestria. A confirmação disso se dá com números: a média de fidelidade dos assinantes é de 11 anos; e 68% da audiência é pelo menos graduada. Ou seja, o portal preenche um espaço conquistado há bastante tempo, fazendo com que o público seja o maior beneficiado dessa ligação. Ser segmentado confere ao veículo ter como leitores uma verdadeira tropa de elite de formadores de opinião, e isso eleva a credibilidade, tornando o Coletiva.net uma referência de seriedade e jornalismo ético.

3 – Com o bombardeio de informações, a comunicação se torna um pouco saturada. Muitos canais passando transmitindo a mesma notícia, inúmeras novidades com competitividade extrema. Em meio a tudo isso, muitos veículos perderam boa parte da audiência, mas a coletiva obteve um aumento de 42,28% em março, em relação ao ano passado. A que vocês creditam esse crescimento?

Quando uma nova gestão assume empresta à empresa novo gás, novos olhares e isso acaba por refletir em crescimento, no nosso caso. Fizemos pequenos ajustes em questões bem técnicas de programação, imprimimos uma cara comercial, fizemos inúmeras visitas ao mercado para apresentar os novos projetos e nos aproximamos de públicos com maiores alcances. Muitas ações estão na famosa “fase beta”, o que nos permite errar, ajustar, mudar e, portanto, buscar incansavelmente a melhor fórmula.

 

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