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Porto Alegre, quinta-feira, 17 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

Alterada em 17/05 às 13h59min

Coreia do Sul abriu mercado para carne suína brasileira, diz Blairo Maggi

Conforme Blairo Maggi, mercado sul-coreano pode render cerca de US$ 1,5 bilhão por ano

Conforme Blairo Maggi, mercado sul-coreano pode render cerca de US$ 1,5 bilhão por ano


SERGIO LIMA/AFP/ARQUIVO/JC
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, anunciou, na madrugada de desta quinta-feira (17) que a Coreia do Sul abriu o mercado de carne suína para o Brasil. Segundo o ministro, que está em Xangai (China), inicialmente as exportações serão feitas por quatro unidades de frigoríficos e Santa Catarina, único Estado brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação.
"Mas com a declaração de país livre de febre aftosa (com vacinação, a ser concedido este mês), iremos avançar para outros Estados em breve. É um mercado de US$ 1,5 bilhão por ano", relatou o ministro.
De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as unidades habilitadas à exportação para a Coreia do Sul são da BRF, Aurora Alimentos e Pamplona Alimentos. Quarto maior importador mundial de carne suína, a Coreia do Sul tem um mercado equivalente à receita de exportação do Brasil com o produto no ano passado, que foi de US$ 1,5 bilhão, aumento de 9,4% sobre 2016.
A expectativa do setor é de que os sul-coreanos adquiram 30 mil toneladas de carne suína por ano. Os norte-americanos são os maiores fornecedores para a Coreia do Sul, com cerca de 40% das aquisições do país asiático. A carne brasileira terá uma taxação de 20%, enquanto os produtos norte-americano e chileno são isentos.
Com a entrada da Coreia do Sul e a reabertura das exportações para a Rússia, a ABPA estima alta de 2% a 3% nas vendas externas brasileiras de suínos em 2018. Em 2017 o embarque foi de 3,8 milhões de toneladas.
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