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Porto Alegre, terça-feira, 15 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 15/05 às 16h36min

Petróleo fecha em leve alta, apoiado por cautela com Oriente Médio

Em uma sessão volátil, o petróleo fechou em alta nesta terça-feira (15) após uma sessão volátil. Os contratos foram apoiados por sinais de redução na oferta e pela tensão com o quadro no Oriente Médio, mas houve também pressão negativa diante do dólar mais valorizado durante o pregão.
O petróleo WTI para junho fechou em alta de 0,49%, a US$ 71,31 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para julho avançou 0,26%, a US$ 78,43 o barril, na ICE.
O relatório da segunda-feira da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) ainda influiu, ao mostrar redução na expectativa de produção da commodity e apontar para a possibilidade de aumento na demanda neste ano. Investidores interpretaram a elevação mínima da produção da Opep no mais recente relatório como um sinal de que o cartel segue comprometido a equilibrar o mercado.
Além disso, a perspectiva de mais dificuldades para o Irã apoia os preços, após os Estados Unidos se retirarem do acordo internacional com o país persa. Com a retirada americana, o país passou a estar sujeito a sanções, o que prejudicaria seu setor de energia.
O ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Boris Johnson, afirmou que seu país segue comprometido no acordo com o Irã, mesmo após a retirada americana. Segundo ele, o governo da premiê Theresa May pode avaliar um pacote de medidas para encorajar o regime de Teerã a seguir no acordo. Não está claro, porém, quão bem sucedido pode ser o esforço europeu para contornar a ação do governo do presidente americano, Donald Trump.
No câmbio, um dado de vendas no varejo dos Estados Unidos bem avaliado pelo mercado apoiou o dólar durante a sessão. Com isso, o petróleo fica mais caro para os detentores de outras moedas, o que reduz o apetite dos investidores. 
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