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Porto Alegre, segunda-feira, 14 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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alimentos

Alterada em 14/05 às 12h33min

Lucro da M. Dias Branco cai 26,2% e atinge R$ 139,7 milhões no 1º trimestre

A fabricante de alimentos M. Dias Branco apresentou lucro líquido de R$ 139,7 milhões no primeiro trimestre deste ano, equivalente a uma queda de 26,2% na comparação com igual período de 2017. O Ebitda atingiu R$ 183,5 milhões, com declínio de 21,3%. A margem Ebitda ficou em 15,1%, ante 19,3% um ano antes, com recuo de 4,2 pontos porcentuais.
A receita líquida, contudo, cresceu 0,9% na mesma base comparativa, alcançando R$ 1,217 bilhão. Segundo a empresa, os destaques positivos foram a expansão dos volumes em todas as linhas de produtos e o crescimento nas regiões Sul e Sudeste, resultado das ações comerciais e de marketing e da evolução em andamento em nossa cadeia de suprimentos.
Quanto aos preços, a companhia registrou uma retração de 3,3% na comparação com o primeiro trimestre de 2017, principalmente nas linhas de massas, farinha e farelo de trigo. Por sua vez, na comparação com os preços registrados no quarto trimestre de 2017, a empresa registrou, nos primeiros três meses deste ano, um aumento de preço médio em todas as linhas de produtos. "Vale também destacar que os preços do primeiro trimestre de 2018 ainda não refletem o aumento médio de 4% aplicado no final do período", destacou a companhia.
Envolvida em investigações de corrupção, a empresa lembrou no release de resultados que o conselho de administração da companhia decidiu pela constituição de um comitê independente para averiguar os fatos que determinaram o cumprimento, em 10 de abril de 2018, de ordem judicial de busca e apreensão na sede da companhia proferida pelo ministro Edson Fachin.
A empresa vem tomando as providências relacionadas à investigação interna independente, que se encontra em fase preliminar, diz, no release. Além da inclusão de mais um membro para compor o comitê, André Jánszky, o comitê contratou os escritórios de advocacia Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr., Quiroga Advogados e Cleary Gottlieb Steen & Hamilton LLP, bem como a Control Risks, empresa especializada em tecnologia forense, para assessorá-lo durante suas atividades.
"O comitê definiu um plano de ação inicial, e seus assessores já começaram o processo de coleta, preservação e processamento de documentos e informações, tendo o conselho de administração da companhia orientado seus diretores e demais executivos e gerentes a dar total apoio à investigação, de forma a assegurar sua eficácia", finaliza.
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