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Porto Alegre, quinta-feira, 10 de maio de 2018.

Jornal do Comércio

Notícia da edição impressa de 10/05/2018.
Alterada em 10/05 às 09h20min
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Mude ou morra

Renato Mendes (e), ao lado de Roni Cunha Bueno, lançou o livro Mude ou morra

Renato Mendes (e), ao lado de Roni Cunha Bueno, lançou o livro Mude ou morra


WELL FERNANDES/DIVULGAÇÃO/JC

A sua empresa está disposta a perder dinheiro no curto prazo para satisfazer o seu cliente? Muitas vezes, é com essa provocação que o ex-executivo da Netshoes e fundador da Orgânica, Renato Mendes, inicia uma conversa com um novo cliente. Claro que não se trata, necessariamente, de perder dinheiro, mas sim de ter a coragem de redesenhar processos internos para atender melhor o consumidor. "A ideia é ver se a companhia tem um amor de verdade ou se é paixão de verão pelo consumidor. Todos querem colocar o cliente no centro, mas, quando isso exige muita mudança, muitos não topam", observa.
Na verdade, há muito tempo, se fala da importância de colocar o cliente no centro dos processos. Durante anos, isso esteve no discurso das corporações. A diferença agora é que surgiram no mercado players que levam isso muito a sério, leia-se Netflix, WhatsApp, Uber e AirBnB, o que tem obrigado os demais a sair do falatório e ir para a prática. "As empresas estão sendo obrigadas a se focar menos em produto e olhar mais como poderão atender as necessidades dos seus compradores. Players como Kodak e Blockbuster, por exemplo, não entenderam isso e foram atropelados por outras que foram mais eficientes", destaca. Mendes esteve em Porto Alegre para, junto com o também ex-executivo da Netshoes Roni Cunha Bueno, lançar o livro Mude ou morra, da Editora Planeta, e participar de um debate sobre a nova economia promovido pela aceleradora Ventiur.
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Comentários
Dorian R. Bueno 10/05/2018 12h21min
É UMA PENA, A MORTE!!!nnSe eu soubesse antes de nascer que poderia escolher o tipo de morte, um plano funerário para não deixar dívidas para os parentes, e principalmente morrer sem sofrer, com certeza morreria muito mais feliz, e nem choraria dentro do caixão durante o meu nobre e merecido velório. Nem sempre ficamos felizes com uma morte, porque na maioria das vezes ela é chocante. São mortes por doenças da vida, acidente de carro, assaltos, briga de gangues, excesso de droga no corpo, alcoolismo, depressão, ciúmes, decepção... Desejo ter uma morte maravilhosa com muita festa, sons de trombetas, show com a banda da Igreja e cantores cantando os louvores que Deus me deu, tiros de canhão, fogos de artifícios, desfile de bandas marciais, show de mágicas, muita comida, refrigerantes, sucos e bebidas diversas sem álcool para todos os tipos de convidados para este meu grande dia. A minha morte talvez não seja divulgada e nem apresentada na TV, BLOGS, jornal, quem sabe terá algum Amigo ou Parente que sentirá a minha falta. Mas, sei que em outros meios de comunicação de massa poderei ou não fazer falta pelo fato de eu não ser do meio artístico e famoso, por ser apenas um escritor anônimo e torcedor Colorado. Mesmo assim, creio que a minha MORTE será fantástica e abençoada, porque neste exclusivo momento meu, estarei fazendo a passagem para ser recebido lá no céu na casa do Senhor com muita alegria, e viver junto ao meu Deus. Então vamos combinar meus queridos e pacienciosos Amigos e Irmão de caminhada, peço-lhes desculpa, mas vão ter que me aturar até que a MORTE nos separe. AMÉM. Abs. Dorian Bueno - POA, 10.05.2018nn

Patricia Knebel

Ecossistemas de inovação, tendências globais para os negócios, marketing digital, as tecnologias que são os pilares da transformação digital (como mobilidade, Internet das Coisas e Big Data) e todas as novidades que impactam o comportamento dos consumidores e o futuro das empresas e das cidades estão na coluna Mercado Digital. Estou feliz por você estar aqui.