Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 02 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

contas públicas

Alterada em 02/04 às 17h33min

Prefeitura entrega balanço de contas de 2017 à Câmara de Porto Alegre

Documento entregue por Marchezan foi recebido pelo vereador Valter Nagelstein

Documento entregue por Marchezan foi recebido pelo vereador Valter Nagelstein


Leonardo Contursi/CMPA/Divulgação/JC
O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), entregou nesta segunda-feira (2) à Câmara de Vereadores da Capital o Balanço Consolidado das Finanças Públicas e do Relatório de Atividades 2017, que apresenta um resumo das principais ações da prefeitura em 2017. O documento foi recebido pelo presidente da Câmara, vereador Valter Nagelstein (PMDB).
O balanço traz o resultado orçamentário de 2017 com as receitas totais do Tesouro, que ficaram em R$ 3,781 bilhões, com queda de 0,69% em relação a 2016. Já as despesas ficaram em R$ 4,113 bilhões, com queda de 2,03% sobre o ano anterior (R$ 4,198 bilhões). O resultado orçamentário dos recursos vinculados (convênios, transferências e operações de crédito) e de órgãos com receita própria (Dmae e Previmpa Capitalizado) ficou superavitário em R$ 495,3 milhões em 2017.
Durante a entrega, acompanhada por secretários de seu governo, o prefeito destacou que as despesas foram reduzidas em 100% nas diárias, custos, telefone, com exceção dos investimentos em educação e saúde e despesas de pessoal. “As despesas de pessoal aumentam cerca de R$ 90 milhões a cada ano, tendo em vista os avanços, triênios e gratificações”, informou.
Marchezan ainda destacou que os repasses para a saúde e a educação foram aumentados em 2017, de acordo com o balanço, e, em ambas as áreas, a prefeitura conseguiu superar o mínimo constitucional. “Na educação, foram aplicados R$ 936,9 milhões, 4,08% a mais do que em 2016 (R$ 900,2 milhões), totalizando 28,78% das receitas. O mínimo constitucional é de 25%”, afirmou. Já na saúde, R$ 698,4 milhões foram investidos, 0,92% a mais que em 2016 (R$ 692 milhões) e 21,59% das receitas da prefeitura.
Agora, os documentos serão entregues à Comissão de Economia, Finanças, Orçamento do Mercosul (Cefor) para análise mais detalhada.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia