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Porto Alegre, sábado, 14 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Internacional

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Relações Internacionais

14/04/2018 - 22h02min. Alterada em 14/04 às 22h15min

Brasil, EUA e 14 países das Américas repudiam eleição na Venezuela

Grupo de países não conseguiu aprovar uma nota de repúdio ao pleito na Cúpula das Américas

Grupo de países não conseguiu aprovar uma nota de repúdio ao pleito na Cúpula das Américas


LUKA GONZALES/AFP/JC
Folhapress
O Brasil, os EUA e mais 14 países das Américas disseram neste sábado (14) que a eleição presidencial da Venezuela não terá legitimidade nem credibilidade se não for um processo justo, democrático e sem presos políticos. A declaração é feita em paralelo à Cúpula das Américas, em Lima, onde o grupo não conseguiu aprovar uma nota de repúdio ao pleito devido à oposição dos aliados do regime de Nicolás Maduro, como Bolívia, Cuba e Nicarágua.
No texto, os países reiteraram o apoio à Assembleia Nacional, dominada pela oposição e cujos poderes foram retirados pela Assembleia Constituinte chavista, e o pedido para que a ditadura permita a entrada de ajuda humanitária. 
"Exortamos aos órgãos especializados, agências, fundos e programas do sistema das Nações Unidas e da OEA a implementar de maneira imediata um programa de assistência humanitária para aliviar a situação de sofrimento e escassez de que padece o povo na Venezuela." Aos mesmos organismos internacionais também pediram apoio para lidar com o fluxo de imigrantes venezuelanos que deixou o país nos últimos meses devido à crise, dirigindo-se principalmente a Colômbia e Brasil.
O documento foi assinado pelo presidente Michel Temer, pelo vice-presidente americano, Mike Pence, e pelos chefes de Estado e de governo de Argentina, Bahamas, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Santa Lúcia.
Destes, EUA, Bahamas e Santa Lúcia não fazem parte do chamado Grupo de Lima, de países das Américas que não reconhecem a instalação da Assembleia Constituinte, convocada por Maduro e composta integralmente por seus aliados.
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