Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 25 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Urbanismo

Notícia da edição impressa de 26/04/2018. Alterada em 25/04 às 22h37min

Obras do Cais Mauá estão dentro do cronograma

Obras na Orla do Guaíba foram iniciadas em março já sob o comando do novo gestor, a Reag

Obras na Orla do Guaíba foram iniciadas em março já sob o comando do novo gestor, a Reag


/CLAITON DORNELLES/JC
A empresa Reag Investimentos informou ao governo do Estado ontem que o cronograma das obras de revitalização do Cais Mauá está sendo executado dentro dos prazos planejados.
Gestores da empresa que administra o fundo de investimentos responsável por financiar o empreendimento foram recebidos pelo chefe da Casa Civil, Cleber Benvegnú.
"Estamos reafirmando nossa determinação em dar andamento ao projeto com toda transparência", asseguraram os representantes da empresa. Ação da Polícia Federal (PF) para investigar supostas fraudes em fundo de investimentos atinge a ICLA, do Rio de Janeiro, que teve, no passado, o comando do Cais Mauá do Brasil. Não há nada em relação à obra e ao atual gestor.
"Paramos por três dias para entender a situação, mas já retomamos o nosso cronograma de curto prazo, que está em andamento", informou João Mansur, acompanhado do novo diretor-presidente do Cais Mauá, Vicente Criscio.
Benvegnú destacou a importância da atitude da empresa em prestar contas ao governo do Estado, dono da área, e a determinação na execução do projeto, definido como grandioso. "Por ser de extrema relevância social, o projeto deve ser executado dentro do prazo estabelecido, com absoluta transparência e dentro do regramento aprovado", enfatizou.
A nova direção do CMB também informou que o conselho do consórcio, reunido na última terça-feira, decidiu não aprovar as contas do antigo gestor do cais (ICLA), além de pedir nova auditoria sobre o período investigado pela PF (2013-2016).
Com uma extensão de orla de 3,2 quilômetros, as obras foram iniciadas em março já sob a direção do novo gestor, com investimentos privados, com previsão de término da primeira fase já no próximo ano.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia