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Porto Alegre, terça-feira, 17 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 17/04 às 08h47min

Cobre recua, sem fôlego após subir ontem, e alumínio mantém trajetória positiva

O cobre opera em queda na manhã desta terça-feira (17), sem fôlego após a alta de ontem e pressionado pelo dólar um pouco mais forte ante moedas fortes. O movimento ocorre apesar de alguns sinais positivos da economia da China. O alumínio, por sua vez, atingiu a máxima em seis anos e meio, após a London Metal Exchange (LME) parar de aceitar o metal da Rusal, a segunda maior fornecedoras, em reação a sanções dos Estados Unidos contra a companhia.
Às 7h43min (de Brasília), o cobre para três meses caía 0,63%, a US$ 6.840 a tonelada, na LME. Às 8h, o cobre para maio recuava 0,79%, a US$ 3,0710 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
O alumínio, por sua vez, subia 0,73%, a US$ 2.399 a tonelada na LME, em alta de mais de 20% desde 6 de abril, quando foram anunciadas as sanções americanas contra entidades e indivíduos da Rússia, entre eles Oleg Deripaska, controlador da Rusal.
"As sanções lançaram uma produção de alumínio estimada em US$ 3 bilhões num limbo, já que a produção da companhia representa mais de um terço dos estoques monitorados na LME", afirma John Meyer, analista da SP Angel. A proibição da LME aos produtos da Rusal entra em vigor nesta terça-feira, o que pode continuar a apoiar o rali, ao menos no curto prazo, afirmam em nota os analistas do Commerzbank em nota.
Algumas consultorias têm revisado significativamente para cima suas projeções para o preço do alumínio. O CRU Group, por exemplo, prevê entre US$ 2.800 e US$ 3 mil, segundo Meyer. Isso representaria um salto de até 26% em relação aos patamares atuais.
Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco caía 0,27%, a US$ 3.126 a tonelada, o estanho tinha alta de 0,17%, a US$ 21.115 a tonelada, o níquel caía 0,6%, a US$ 14.115 a tonelada, e o chumbo recuava 0,4%, a US$ 2.343 a tonelada. 
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