Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 06 de março de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Comércio Exterior

Notícia da edição impressa de 07/03/2018. Alterada em 06/03 às 21h49min

União Europeia está empenhada em fechar acordo com Mercosul, acredita Temer

O presidente da República, Michel Temer, usou as redes sociais para se mostrar otimista em relação a possibilidade de o Mercosul e União Europeia fecharem um acordo. Ao comentar a conversa que teve ontem com o presidente do Paraguai, Horário Cartes, Temer citou também que, na segunda-feira, recebeu telefonemas do primeiro-ministro de Portugal, Antônio Costa, e do presidente do governo da Espanha, Mariano Rajoy, para tratar do tema. Segundo o presidente brasileiro, os europeus deram "a garantia de que a União Europeia está empenhada em fechar a negociação do acordo com o Mercosul".
"Ambos me reiteraram o interesse em vencer as últimas contendas para que o acordo Mercosul-União Europeia seja fechado no menor prazo. Na ocasião, eu também revelei meu empenho nessa direção", escreveu o presidente.
Negociado desde 1999, o entendimento esteve perto de uma conclusão em 2004. Mas o Mercosul considerou, na época, que a oferta dos europeus era insuficiente. O processo ficou congelado por anos e, em 2016, voltou a ser negociado. O objetivo do governo de Michel Temer era de anunciar o tratado em dezembro do ano passado. Mas, com uma oferta de abertura dos europeus uma vez mais insuficiente, o processo acabou não sendo concluído.
No final de janeiro, depois de meses de entusiasmo com um eventual acordo entre Mercosul e União Europeia, o governo brasileiro admitiu que um entendimento de livre-comércio com o bloco europeu estava "difícil" de ser concluído.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia