Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 07 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Opinião

COMENTAR | CORRIGIR

Artigo

Notícia da edição impressa de 07/02/2018. Alterada em 06/02 às 22h57min

Pelo bem comum do Rio Grande do Sul

Wambert Di Lorenzo
A disputa de ideias integra o jogo democrático, naturalmente. Todavia, muitas vezes, é necessário que os partidos visualizem o todo ante o particular. Isso é algo que podemos entender como o bem comum, o bem que é de todos e, portanto, de cada um. Assim, acima de interesses momentâneos e particulares, o cidadão precisa se colocar acima desses jogos circunstanciais e avaliar o resultado de suas ações na sociedade.
É justamente o que precisa acontecer no Estado e o que se esperaria de nossos representantes na Assembleia Legislativa. O Rio Grande do Sul está falido, e todos sabemos disto. Nesse contexto, a saída do momento é o Regime de Recuperação Fiscal. E entre seus objetivos passa a tão temida privatização de empresas estatais, que alimentam um passivo gigantesco nas contas públicas em desfavor da população.
O Estado como conhecemos surgiu há mais ou menos 500 anos, com a função de garantir a segurança interna e externa de uma população. Com o passar do tempo, outras funções foram sendo agregadas, até chegarmos à visão de Estado todo poderoso que precisa prover tudo. Contudo ele existe tão somente para prestar serviços essenciais à população. Serviços estes que, pela sua natureza, são muito custosos para serem feitos exclusivamente pela iniciativa privada, ou não o podem ser privados em função do bom senso, como é o caso da segurança pública.
Portanto a questão do equilíbrio fiscal extrapola os interesses particulares ou mesmo de determinadas categorias. Nós, gaúchos, não queremos uma gráfica, uma mineradora ou quaisquer empreendimentos que possam ser cumpridos pela iniciativa privada. Até porque não é função do poder público ter lucro e exercer atividade econômica.
Assim, precisamos esquecer que estamos em ano eleitoral, reaver as virtudes cívicas, fomentar a concórdia política para os fins que nos unem, que não poderiam deixar de ser a defesa intransigente do bem comum pelo nosso Rio Grande do Sul.
Vereador de Porto Alegre (Pros)
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Daniel Pereira DAlascio 07/02/2018 13h00min
O professor e vereador Wambert Di Lorenzo esconde o artigo 1 da constituição federal que diz o seguinte; - A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I - a soberania; Nenhuma nação é soberana se entrega seus recursos energéticos a estrangeiros. Imagine uma distribuidora de energia elétrica comprando energia gerada por uma empresa chinesa dentro do Brasil. É o cumulo do colonialismo. O preço quem define é o capital estrangeiro dentro do teu próprio território. Quem paga a conta? Nós índios tupiniquins. Eu concordo com o senhor que o ajuste das contas públicas é importante. Mas o RRF de recuperação fiscal não tem nada. Talvez o senhor não tenha lido as condições de adesão, mas a divida vai aumentar em mais de 30 bilhões nos seis anos de carência, chegando a quase 100 bilhões de reais além da exigência venda de estatais lucrativas, que nunca tiraram um centavo dos cofres públicos. É pior que o contrato assinado pelo Antônio Britto. Por fim a crise do estado é de receitas e não de despesas professor. O Senhor equivoca-se quando escreve nós gaúchos não queremos uma empresa mineradora, pois o senhor é apenas um onze milhões de avos do povo, portanto deveria usar o pronome na primeira pessoa, eu para sustentar a tua opinião. Agora eu peço ao vereador: Cuide dos problemas da cidade que são gigantescos como lixo nas ruas, buracos, praças mal cuidadas, etc.. Deixe a questão fiscal para os deputados e para os eleitores decidirem o rumo do estado dia sete de outubro. Daniel Pereira DAlascionnnnnn