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PAROBÉ Notícia da edição impressa de 09/02/2018. Alterada em 08/02 às 23h05min

Combate à dengue vem sendo intensificado no período de verão

/ANTONIO SILVA/DIVULGAÇÃO/CIDADES
Em 2017, não foram registrados casos da doença no município, mas o cuidado deve ser rotineiro

Em uma ação conjunta, as secretarias de Saúde e de Meio Ambiente de Parobé vêm trabalhando para conscientizar a população sobre os perigos do mosquito Aedes aegypti. Segundo a Vigilância Sanitária, o principal problema enfrentado é a resistência das pessoas quanto à orientação dos agentes comunitários de saúde. De acordo com a bióloga do município Circe Kayser, os moradores relutam em aceitar a propagação do mosquito. "As pessoas não acreditam que esse mosquito pode causar uma doença perigosa à saúde, ou, ainda, pensam que não tem dengue aqui em Parobé, que não tem perigo", explica.
Os agentes de saúde estão atuando diariamente nos domicílios da cidade, verificando os pátios e orientando as pessoas a eliminarem os focos de água parada. Além disso, há dois agentes de endemias que fazem o levantamento de índice e tratamento, que consiste em ir às casas fazendo o mesmo trabalho, porém, em bairros que não possuem coberturas pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Os agentes de endemias também realizam o chamado tratamento químico, aplicando inseticidas, larvicidas e verificando os pontos estratégicos em 26 logradouros específicos, colocados em cemitérios, floriculturas, borracharias e madeireiras.
Em 2017, não foram registrados casos de dengue no município, mas o cuidado deve ser rotineiro para evitar o aparecimento da doença. Os bairros com maior presença do mosquito Aedes aegypti são Alexandria, Integração e Funil. Nesses locais, o combate é feito praticamente todos os dias. As recomendações de não deixar água parada em potes, tampas, bacias, pneus, garrafas e outros materiais são repassadas massivamente pelos agentes. Mas, mesmo assim, são encontradas larvas em alguns domicílios.
A parceria com a secretaria do Meio Ambiente é no sentido de auxiliar no monitoramento e na fiscalização, através de ações como o projeto de destinação correta de pneus, a fiscalização da água parada em terreno e o descarte irregular de materiais que possam acumular água. Quando são identificadas essas infrações, os moradores estão sujeitos a penalizações previstas no Código de Postura do Município, conforme a Lei Municipal nº 581/91, em especial o artigo 35, sobre águas paradas. É papel da pasta fazer a fiscalização e o monitoramento, e notificar o infrator para que a situação seja regularizada. Caso contrário, haverá a aplicação de multa. Para o secretário do Meio Ambiente, Valdenir Martins, o trabalho em conjunto entre as secretarias é uma forma de dinamizar as ações "Essas ações em parceria contribuem para um melhor atendimento às demandas da população", diz. Já o prefeito Moacir Jagucheski ressalta que a ação conjunta mostra a preocupação da administração com a população. "A união de esforços fará com que possamos diminuir os focos do mosquito, temos que seguir com esse intenso combate", destaca.
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