Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 11 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Itália

Notícia da edição impressa de 12/02/2018. Alterada em 11/02 às 21h26min

Manifestantes protestam após ataque contra imigrantes africanos na Itália

Sábado foi dia de protesto contra o racismo em várias cidades italianas. Nos atos, os manifestantes advertiram contra o ressurgimento do sentimento neofascista em meio à campanha para as eleições nacionais de 4 de março da Itália. Em Macerata, uma cidade no Centro do país, onde, há uma semana, um homem armado de extrema direita com inclinações neonazistas feriu seis imigrantes africanos em um ataque a tiros, havia o receio de que a marcha pudesse acabar em violência. Escolas e lojas foram fechadas por medo de confrontos, mas o protesto de milhares de pessoas foi pacífico.
Manifestantes antifascismo e antirracismo também protestaram em Milão, Turim, Roma, Palermo, Sicília, entre outras cidades. Em Piacenza, uma pequena cidade no Norte da Itália, alguns manifestantes antifascistas lançaram pedras na polícia e entraram em confronto com oficiais ao protestar contra a abertura da sede local de um grupo político de extrema direita.
A campanha eleitoral está sendo marcada por crescentes tensões sobre a população migrante, que, nos últimos anos, aumentou em milhares de pessoas, muitas delas africanas. A maioria foi resgatada no mar a partir de embarcações de tráfico humano no Mediterrâneo. Pesquisas indicam que muitos italianos culpam os imigrantes por crimes violentos. Líderes de uma aliança de campanha de centro-direita, incluindo o ex-premiê Silvio Berlusconi e o líder do partido anti-imigração Liga do Norte, Matteo Salvini, comprometeram-se em expulsar rapidamente um grande número de migrantes se conquistarem o poder.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia