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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Internacional

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Estados Unidos

Notícia da edição impressa de 09/02/2018. Alterada em 08/02 às 22h33min

Para Bush, há 'provas claras' de interferência russa nas eleições

US President Donald  Trump claps during the State of the Union address in the chamber of the US House of Representatives in Washington, DC, on January 30, 2018. / AFP PHOTO / POOL / Win McNamee

US President Donald Trump claps during the State of the Union address in the chamber of the US House of Representatives in Washington, DC, on January 30, 2018. / AFP PHOTO / POOL / Win McNamee


/WIN MCNAMEE/AFP/JC
O ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush disse, nesta quinta-feira, que há "provas bastante claras de que os russos interferiram" nas eleições presidenciais de 2016, refutando a fala do seu colega republicano e atual presidente, Donald Trump, que nega o envolvimento de Moscou.
"Se isso afetou o resultado, é outra questão", ponderou Bush. Ele também disse achar "problemático" que outro país esteja envolvido no sistema eleitoral. "Nossa democracia só é boa se a população confiar nos resultados", afirmou.
Além disso, Bush também criticou a decisão de Trump de acabar com o programa Daca, implementado pelo ex-presidente Barack Obama com o objetivo de proteger da deportação jovens imigrantes levados ao país quando eram crianças. "Os EUA são a casa deles", disse Bush.
O ex-presidente reconheceu ter tentado reformular o sistema imigratório "quebrado" do país, mas falhado. "Há pessoas dispostas a exercer cargos que os norte-americanos não querem", disse. "Norte-americanos não querem colher algodão debaixo de 40 graus, mas há algumas pessoas que querem colocar comida na mesa de suas famílias e estão dispostas a fazer isso. Nós deveríamos agradecer e recebê-las", afirmou Bush.
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