Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 08 de fevereiro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

08/02/2018 - 19h17min. Alterada em 08/02 às 19h19min

Investidor mantém postura defensiva e dólar sobe 0,15%

O nervosismo dos mercados internacionais e a proximidade do feriado de Carnaval no Brasil incentivaram o investidor a buscar posicionamento defensivo no mercado doméstico, o que manteve o dólar em alta ante o real. Com o cenário político nacional em segundo plano, as referências para os negócios vieram principalmente do mercado norte-americano. Por lá, prevaleceram as incertezas quanto à política monetária e o temor de paralisação do governo Donald Trump, no caso de fracassar o acordo em torno do orçamento do país.
Ao final dos negócios no mercado à vista, o dólar foi cotado a R$ 3,2795, com ganho de 0,15%. Pela manhã, no entanto, o dólar chegou a experimentar momentos de queda, atingindo a mínima de R$ 3,2568 (-0,55%), influenciada por fatores internos, como o fluxo positivo e a desaceleração da inflação medida pelo IPCA em janeiro (0,29%). À tarde, a busca dos investidores por ativos de segurança e a forte volatilidade levaram a cotação à máxima de R$ 3,3029 (+0,86%), mas o movimento foi amenizado.
"Desde essa quarta-feira que o mercado está se alinhando para o período de inatividade durante o feriado", disse Ricardo Gomes da Silva, diretor da Correparti. "Embora as perdas nos Estados Unidos estejam mais ligadas a uma correção dos fortes ganhos recentes, não tem como o mercado não tomar proteção às vésperas do carnaval, uma vez que não se sabe o que vai acontecer nos Estados Unidos e na Europa", afirmou.
Apesar da falta de novidades no cenário político, operadores relatam um pano de fundo de incertezas diante do dificuldade do governo em aprovar a reforma da Previdência, tendo de lidar simultaneamente com as movimentações em torno das eleições. A uma plateia de cem empresários em Minas Gerais, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, voltou nesta quarta a se dizer confiante na aprovação da matéria este mês, mas admitiu que o governo não tem um "Plano B" para a Previdência.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia